MATEMÁTICA
1. Qual é o índice de mortalidade infantil da população indígena no ano de 2000 (último censo realizado)?
A taxa média de mortalidade infantil indígena é de 49,86 mortes para cada 1000 nascidos vivos; isto é maior que o dobro da média nacional (21,7 para cada mil nascidos vivos).


2. Quantos por cento a população indígena cresceu em cada estado indicado no gráfico?
As maiores taxas de crescimento foram verificadas nos estados de: Sergipe (28,8%), Piauí (27,0%), Rio Grande do Norte (26,4%), Minas Gerais (26,2%) e Goiás (23,9%) o que nos dá uma taxa média no último censo (2000) de 26,46%.
A expectativa de vida ao nascer dos indígenas brasileiros é de 48 anos, enquanto a expectativa de vida dos brasileiros não índios, segundo a Organização Mundial da Saúde, 67 anos. A resistência no entanto apontou um aumento de 1985, quando eram apenas 220 mil pessoas para hoje quando passam de 300 mil. Metade dos óbitos conhecidos é de crianças de menos de 5anos. Mais de 1/4 dos óbitos ocorrem sem assistência médica. As causas mais freqüentes de óbitos são: pneumonia, diarréias, malária, tuberculose, ou seja, doenças facilmente curáveis e preveníveis.
Suicídios
O problema se concentra nas áreas indígenas Guarani-Kaiowa do Mato Grosso do Sul e Tikuna do Alto Solimões, no Amazonas, onde 211 casos foram registrados de 1986 a setembro de 1995, e outros 34 casos entre janeiro a setembro de 1995. O suicídio entre os Guarani-Kaiowá possui registros desde o século XVI. O problema não está restrito ao território nacional, ocorrendo também em grupos da mesma etnia na parte oriental do Paraguai. Incide entre jovens de ambos os sexos, com idade variando entre 13 e 25 anos. O enforcamento é o método mais empregado (81,2%), seguido do envenenamento (16,2%), arma branca (1,7%) e arma de fogo (0,9%). Os fatores determinantes deste quadro são extremamente complexos, pouco conhecidos, e envolvem questões como: miséria crônica, falta de terras, alcoolismo, presença de missionários e grande número de seitas fundamentalistas.
O problema se concentra nas áreas indígenas Guarani-Kaiowa do Mato Grosso do Sul e Tikuna do Alto Solimões, no Amazonas, onde 211 casos foram registrados de 1986 a setembro de 1995, e outros 34 casos entre janeiro a setembro de 1995. O suicídio entre os Guarani-Kaiowá possui registros desde o século XVI. O problema não está restrito ao território nacional, ocorrendo também em grupos da mesma etnia na parte oriental do Paraguai. Incide entre jovens de ambos os sexos, com idade variando entre 13 e 25 anos. O enforcamento é o método mais empregado (81,2%), seguido do envenenamento (16,2%), arma branca (1,7%) e arma de fogo (0,9%). Os fatores determinantes deste quadro são extremamente complexos, pouco conhecidos, e envolvem questões como: miséria crônica, falta de terras, alcoolismo, presença de missionários e grande número de seitas fundamentalistas.
Número de índios no Brasil cresce 150% em 10 anos
Em apenas uma década, a população indígena no Brasil passou de 294 mil para 734 mil, um aumento de 150%, com crescimento médio anual de 10,8%, bem acima da taxa anual de 1,6% no número de brasileiros como um todo, independente da raça ou da cor. A diferença de 440 mil índios a mais no País supera todas as expectativas e surpreendeu não apenas aos especialistas do IBGE, responsáveis pelos números, como à própria Fundação Nacional do Índio (Funai). O trabalho foi feito com base nas informações colhidas nos censos demográficos de 1991 e de 2000 e contou também com a colaboração de antropólogos, sociólogos e epidemiologistas de entidades não ligadas ao IBGE. Os dados do IBGE revelam ainda que entre os 734 mil índios identificados no Censo de 2000, apenas 304 mil (41,4%) residiam em alguma das 604 terras indígenas reconhecidas pelo governo.
Mortalidade infantil entre índios supera de brancos e negros
A cada criança perdida pela população branca, morrem cinco indígenas. A taxa de mortalidade infantil entre índios e brancos registrou uma diferença de 124%, segundo os números divulgados pelo IBGE. Com base no Censo Demográfico de 2000, os pesquisadores constaram que para cada 1000 crianças índias nascidas vivas, 51,4 morreram antes de completar o primeiro ano de vida. No mesmo período, a população branca apresentou taxa de mortalidade de 22,9 crianças por cada grupo de 1000. De acordo com o Ministério da Saúde, a mortalidade infantil indígena em 2000, mesmo período analisado pelo IBGE, chegou a 74,6 mortes nos primeiros 12 meses de vida. Dados do IBGE apontam que 17% dos índios sofrem de deficiências físicas ou mentais Os dados divulgados pelo IBGE em dezembro de 2005 revelam uma elevada taxa de cegos, surdos e mudos, além de deficientes mentais, entre a população indígena. Em 2000, das 734 mil pessoas autodeclaradas índios, 125 mil apresentavam pelo menos um tipo de deficiência, o que representa 17% do contingente total. O problema é maior nas áreas urbanas (23,1% ante 10,5% nas áreas rurais) e atinge mais às mulheres (18,2%) do que os homens (15,9%). A principal deficiência encontrada à época da pesquisa foi a cegueira (12,1% na média global, chegando a 19% entre as mulheres urbanas). Em números relativos, 6,2% declararam-se incapazes ou com grande dificuldade permanente para andar. Entre os moradores em terras indígenas, os índices daqueles que apresentam pelo menos um tipo de deficiência física ou mental caem pela metade. O IBGE não comparou os dados com aqueles revelados no Censo de 1991, já que no Censo de 2000 foram incluídas novas categorias de deficiências, como as doenças mentais, que em 2000 atingiam 1,8% da população indígena. Por outro lado, a população indígena apresentou grandes avanços nos níveis educacionais na década passada, com um aumento de 50,2% no número de índios alfabetizados, índice seis vezes maior do aquele registrado para a população brasileira como um todo. Mesmo assim, a taxa média de analfabetismo entre os índios maiores de 15 anos (26,1%) permanece elevada, principalmente entre a população residente em áreas rurais (45,5%).
A cada criança perdida pela população branca, morrem cinco indígenas. A taxa de mortalidade infantil entre índios e brancos registrou uma diferença de 124%, segundo os números divulgados pelo IBGE. Com base no Censo Demográfico de 2000, os pesquisadores constaram que para cada 1000 crianças índias nascidas vivas, 51,4 morreram antes de completar o primeiro ano de vida. No mesmo período, a população branca apresentou taxa de mortalidade de 22,9 crianças por cada grupo de 1000. De acordo com o Ministério da Saúde, a mortalidade infantil indígena em 2000, mesmo período analisado pelo IBGE, chegou a 74,6 mortes nos primeiros 12 meses de vida. Dados do IBGE apontam que 17% dos índios sofrem de deficiências físicas ou mentais Os dados divulgados pelo IBGE em dezembro de 2005 revelam uma elevada taxa de cegos, surdos e mudos, além de deficientes mentais, entre a população indígena. Em 2000, das 734 mil pessoas autodeclaradas índios, 125 mil apresentavam pelo menos um tipo de deficiência, o que representa 17% do contingente total. O problema é maior nas áreas urbanas (23,1% ante 10,5% nas áreas rurais) e atinge mais às mulheres (18,2%) do que os homens (15,9%). A principal deficiência encontrada à época da pesquisa foi a cegueira (12,1% na média global, chegando a 19% entre as mulheres urbanas). Em números relativos, 6,2% declararam-se incapazes ou com grande dificuldade permanente para andar. Entre os moradores em terras indígenas, os índices daqueles que apresentam pelo menos um tipo de deficiência física ou mental caem pela metade. O IBGE não comparou os dados com aqueles revelados no Censo de 1991, já que no Censo de 2000 foram incluídas novas categorias de deficiências, como as doenças mentais, que em 2000 atingiam 1,8% da população indígena. Por outro lado, a população indígena apresentou grandes avanços nos níveis educacionais na década passada, com um aumento de 50,2% no número de índios alfabetizados, índice seis vezes maior do aquele registrado para a população brasileira como um todo. Mesmo assim, a taxa média de analfabetismo entre os índios maiores de 15 anos (26,1%) permanece elevada, principalmente entre a população residente em áreas rurais (45,5%).
4. Qual é a taxa nacional de analfabetismo indígena no ano 2000?
De acordo com a pesquisa do IBGE, no ano 2000, a taxa de analfabetismo indígena no Brasil é 26,1%, havendo uma significativa melhora em relação a 1991, pois esse índice caiu para a metade, porém isso é mais significativo na área urbana, pois na área rural esse índice diminuiu apenas 22,4%.
De acordo com a pesquisa do IBGE, no ano 2000, a taxa de analfabetismo indígena no Brasil é 26,1%, havendo uma significativa melhora em relação a 1991, pois esse índice caiu para a metade, porém isso é mais significativo na área urbana, pois na área rural esse índice diminuiu apenas 22,4%.
Ainda na tabela e gráficos abaixo podem-se observar outros índices, tais como:
· Em 1991 a taxa de analfabetismo nacional no meio rural era 2,5 vezes maior que na área urbana.
· Em 2000 a taxa de analfabetismo nacional no meio rural passou para 3,5 vezes a da área urbana. Não que tenha piorado a área rural, mas houve uma sensível redução na taxa da área urbana.
· Em 2000 a maior taxa de analfabetismo, no meio rural, estava na região Norte (53,9%). Não é coincidência termos também nessa região a maior concentração de população indígena nacional (44,6% - ver parte de geografia).
· Mesmo com a miscigenação com o branco sendo maior no interior do Nordeste (21% da pop. Indígena - ver parte de geografia), as condições daquela região refletem bem o segundo maior índice de analfabetismo (51,9%) naquela comunidade indígena em 2000.
· A região Centro-Sul apresenta taxas abaixo da média nacional (censo 2000). Isso ocorre devido ao IDH daquela região (maior que 0,8) ser melhor que o padrão nacional, atingindo assim a comunidade indígena da região.
· Com relação a menor taxa urbana em 2000, observamos que o Sudeste está abaixo da média nacional. Também no Sudeste está a menor população indígena do Brasil (menor que 0,01% da pop. Indígena nacional).
· Da mesma forma, a menor taxa urbana em 2000, é observada no Norte, que está acima da média nacional. Também no Norte está a maior população indígena do Brasil (44,6% - ver parte de geografia).
· Em 1991 a taxa de analfabetismo nacional no meio rural era 2,5 vezes maior que na área urbana.
· Em 2000 a taxa de analfabetismo nacional no meio rural passou para 3,5 vezes a da área urbana. Não que tenha piorado a área rural, mas houve uma sensível redução na taxa da área urbana.
· Em 2000 a maior taxa de analfabetismo, no meio rural, estava na região Norte (53,9%). Não é coincidência termos também nessa região a maior concentração de população indígena nacional (44,6% - ver parte de geografia).
· Mesmo com a miscigenação com o branco sendo maior no interior do Nordeste (21% da pop. Indígena - ver parte de geografia), as condições daquela região refletem bem o segundo maior índice de analfabetismo (51,9%) naquela comunidade indígena em 2000.
· A região Centro-Sul apresenta taxas abaixo da média nacional (censo 2000). Isso ocorre devido ao IDH daquela região (maior que 0,8) ser melhor que o padrão nacional, atingindo assim a comunidade indígena da região.
· Com relação a menor taxa urbana em 2000, observamos que o Sudeste está abaixo da média nacional. Também no Sudeste está a menor população indígena do Brasil (menor que 0,01% da pop. Indígena nacional).
· Da mesma forma, a menor taxa urbana em 2000, é observada no Norte, que está acima da média nacional. Também no Norte está a maior população indígena do Brasil (44,6% - ver parte de geografia).
O índice de alfabetização indígena no norte do Brasil em 1991 foi de 39,0%.
Ainda nos gráficos e tabela abaixo podem-se observar outros índices, tais como:
· Em 1991 a taxa de alfabetização nacional no meio rural era a metade em relação ao meio urbano.
· Em 2000 a taxa de alfabetização nacional no meio rural passou para 60% em relação ao meio urbano.
· Em 2000 a maior taxa de alfabetização, no meio rural, estava na região Sul (65%).
· Mesmo com a miscigenação com o branco sendo maior no interior do Nordeste (21% da pop. Indígena - ver parte de geografia), as condições daquela região refletem bem o menor índice de alfabetização (46,1%) naquela comunidade indígena em 2000. Este mesmo índice também é verificado na região Norte onde não houve a mesma miscigenação com o branco.
· A região Centro-Sul apresenta taxas acima da média nacional (censo 2000). Isso ocorre devido ao IDH daquela região (maior que 0,8) ser melhor que o padrão nacional, atingindo assim a comunidade indígena da região.
· Em 1991 a taxa de alfabetização nacional no meio rural era a metade em relação ao meio urbano.
· Em 2000 a taxa de alfabetização nacional no meio rural passou para 60% em relação ao meio urbano.
· Em 2000 a maior taxa de alfabetização, no meio rural, estava na região Sul (65%).
· Mesmo com a miscigenação com o branco sendo maior no interior do Nordeste (21% da pop. Indígena - ver parte de geografia), as condições daquela região refletem bem o menor índice de alfabetização (46,1%) naquela comunidade indígena em 2000. Este mesmo índice também é verificado na região Norte onde não houve a mesma miscigenação com o branco.
· A região Centro-Sul apresenta taxas acima da média nacional (censo 2000). Isso ocorre devido ao IDH daquela região (maior que 0,8) ser melhor que o padrão nacional, atingindo assim a comunidade indígena da região.








