T.I.

Trabalhar em grupo e estabelecer boas relações, tanto de ordem afetiva quanto produtiva, é uma habilidade cada vez mais estimulada e valorizada no mercado. Assim, deve-se tirar o máximo de proveito dessa prática durante toda a vida acadêmica, já que, em geral, ela consiste numa preparação para a vida profissional. Saber trabalhar em grupo é, portanto, um diferencial competitivo e um passo para atuar em equipe.

Pesquisa

domingo, 20 de junho de 2010

T.I. de Português II

Sendo povo
A vontade de ajudar no desfile da escola e de se exibir para as amigas, por conta disso, era tão grande, que a patroa, na realidade, chamada Rosa, aceitou a proposta de Geneci de cuidar das suas crianças.
Na noite do desfile, Geneci deixou seus dois filhos, Rudinei e Fátima Araci, na maravilhosa mansão que era a casa de Rosa. O patrão havia viajado, de modo que Rosa estava sozinha com as crianças.
Nem é preciso dizer que a patroa dondoca não tinha o menor jeito para cuidar deles dois, que ainda, para dificultar as coisas eram teimosos e malcriados. No jantar, Rosa logo percebeu que aquelas crianças não eram normais, pois não queriam comer o delicioso caviar importado, e sim pizzas e hambúrgueres, alimentos que, de acordo com Rosa, eram repulsivos.
Depois do jantar problemático, Rosa, muito higiênica, foi rapidamente empurrando Fátima e Rudinei para o banho. Ela nunca havia imaginado que iria passar por situações tão inusitadas em um simples banho, que na verdade não teve nada de simples. As crianças, que eram totalmente desacostumadas com um banheiro como o de Rosa, fizeram a maior bagunça, transformando a reluzente banheira em uma piscina de sujeira, derramando todos os frascos de óleos franceses e molhando completamente todo o banheiro. Quando Rosa saiu do que já tinha sido um lindo banheiro estava encharcada, descabelada e com uma expressão de puro horror.
Após o incidente no banheiro, Rosa levou com todo cuidado Fátima e Rudinei até o quarto, pois não queria mais bagunça em sua casa. No quarto, depois de várias súplicas de Rosa, as crianças pararam de pular na cama e correr pelo quarto, devido ao cansaço e, para o alívio de Rosa, dormiram. Rosa percebeu nem ter tido tempo de assistir ao desfile.
Nessa noite, Rosa realizou sua vontade de ser povo, sentindo da pior forma o que o povo sente. Ela viu como sua vida era fácil comparada com a de Geneci e sentiu-se feliz, apesar de tudo, em tê-la ajudado. Decidiu que iria respeitá-la ainda mais, pois Geneci fazia verdadeiramente parte do povo.

T.I. de Português

Ser feliz
Ele não sentia, sabia que deveria sentir, mas era como se a dança das suaves brisas não o tocasse,como se, de alguma forma, sua pele, sua pele de cor defeituosa o privasse de mais aquela alegria, que as outras de pele tão reluzente pareciam sentir naquele. Seus cabelos dourados se agitavam à medida que os dele, tão grossos, permaneciam imóveis.
Absorto, ele punha-se a imaginar como era fazer parte dessas brincadeiras. Este era como aqueles raros momentos em que ele se sentia contagiar pela alegria e pela emoção das crianças puras de pele, e assim como todas às vezes, a realidade caía arrasadoramente sobre suas pequeninas costas, ao perceber os olhares que o rodearam e que vinham dos adultos.
Seu único e verdadeiro sonho, que sua idade inocente era capaz de conceber, era se juntar às outras crianças for feliz a ponto de ouvir os pássaros e suas melodiosas canções, de bailar com a brisa e de finalmente fazer parte daquele mundo que parecia não lhe aceitar.
Que culpa tinha a pobre criança, se aquela sociedade ignorante não percebeu que ele não era inferior, que ele era como uma pessoa normal?Nada o impediu de odiar sua linda pele escura, de ter vergonha daquela raça que o tanto fazia sofrer, que o impedia de ser feliz.
Olhando sem realmente ver, aquele pequeno garotinho especial, que nunca pôde aproveitar seus sonhos, que não entrou na roda e que não vai poder bailar e cantar com as outras crianças, silenciosamente, derramou suas desconsideradas lágrimas por aqueles tristonhos e penetrantes olhos negros.

T.I. de Inglês

ABSTRACT

Interdisciplinary work in 2010 about the social impact of the colonization of indigenous peoples and Africans. His influences and contributions to our socio-cultural training. The introduction of civil equality problem linked to the affirmation of cultural diversity. Historical mapping the distribution of the Brazilian population from 1500 and survey statistics. Constitution of the Brazilian people from the perspective of genetic and cultural diversity. Awareness of the need to reorganize the foundations of a society of inclusion.

RESUMO


Trabalho Interdisciplinar 2010 sobre o impacto da colonização social dos povos indígenas e africanos. Suas influências e contribuições em nossa formação sócio-cultural . A introdução do problema da igualdade civil vinculada à afirmação da diversidade cultural. Mapeamento histórico da distribuição da população brasileira a partir de 1500 e levantamento estatístico. Constituição do povo brasileiro sob a ótica da genética e da diversidade cultural. Conscientização da necessidade de reorganização das bases de uma sociedade de inclusão