T.I.

Trabalhar em grupo e estabelecer boas relações, tanto de ordem afetiva quanto produtiva, é uma habilidade cada vez mais estimulada e valorizada no mercado. Assim, deve-se tirar o máximo de proveito dessa prática durante toda a vida acadêmica, já que, em geral, ela consiste numa preparação para a vida profissional. Saber trabalhar em grupo é, portanto, um diferencial competitivo e um passo para atuar em equipe.

Pesquisa

segunda-feira, 21 de junho de 2010

T.I. de Ciências



1. Biodiversidade do povo brasileiro




Com cores diferentes, Tarsila do Amaral representou os
trabalhadores no início da industrialização no Brasil. Vindos de todos os lugares do mundo, cada um trouxe para cá sua cultura, sua maneira de ver o mundo. Sem depender de cor ou raça, eles têm em comum sua “força de trabalho”, ou seja, sua capacidade de produzir bens
necessários a todos. E juntos todos esses povos ajudaram a formar nossa população e nós trazemos conosco até hoje um pouco de sua maneira de viver, comer, agir, se vestir, dançar, etc.

· Africano: pele negra, cabelos carapinhos, olhos negros;
· Orientais: pele amarelada, cabelos lisos, olhos puxados;
· Europeus: pele clara, cabelos lisos e claros, olhos claros;
· Asiáticos: pele mestiça, cabelos longos e lisos, olhos escuros.
2. Constituição do povo brasileiro

O povo brasileiro é constituído, na sua maior parte, pelos Indígenas, que na época da colonização chegaram a serem usados como escravos pelos portugueses, porém esse método não deu certo e os portugueses foram obrigados a trazerem escravos da África. Porém o povo brasileiro também é constituído por Afro-descendentes, Europeus, Orientais, etc.
3. Grupos éticos europeus

Povo Português

A cultura portuguesa tem as suas raízes na cultura fenícia, celta, ibera, hebraica,
germânica, bereberé e romana. A diferenciação cultural do nosso povo manifesta-se através
dos tipos de habitação, das manifestações pagãs e religiosas, da gastronomia e do folclore, ou
até das calçadas tipicamente portuguesas e da azulejaria.


Música
Tanto a música tradicional portuguesa como a música erudita clássica e contemporânea
são altamente diversificadas e dinâmicas. A música mais tradicional retrata a cultura e história
do país; as outras mais recentes surgem de influências exteriores tais como de África, Brasil
ou EUA.

Teatro
Em Portugal, o desenvolvimento do teatro foi um pouco retardado, contudo Gil Vicente, visto como o "pai" do teatro português começou de certa forma a história do teatro nacional no século XVI. O teatro cativou o público, sobretudo a classe alta. Foi no século XX, que o teatro chegou ás massas através do Teatro de Revista.

Dança
O folclore português é muito variado, pois cada região do país tem as suas tradições. As danças folclóricas são danças populares para toda a gente. Mais recentemente apareceram danças mais eruditas, executadas por bailarinos profissionais. Estas novas danças surgem da crescente abertura a novas culturas, de onde se pode destacar:
· Olga Roriz
· Madalena Victorino
· Pedro Romeiras

Gastronomia
A culinária portuguesa é reconhecida como uma das mais variadas do mundo, ainda que esteja restrita a um espaço geográfico diminuto, mostrando influências mediterrânicas (incluindo-se na chamada "dieta mediterrânica"), mas também atlânticas, como é visível na quantidade de peixe consumida tradicionalmente. Muito mudou desde que Estrabão se referiu aos Lusitanos como um povo que se alimentava de bolotas. A base da gastronomia mediterrânica, assente na trilogia do pão, vinho e azeite, repete-se em todo o território nacional, acrescentando-lhe as hortaliças, como em variadas sopas, e frutos frescos. A carne e as vísceras, principalmente de porco, compõem também um conjunto de pratos e petiscos regionais, onde sobressaem os enchidos. Com o advento das descobertas marítimas, a culinária portuguesa rapidamente integrou o uso, por vezes quase excessivo, de especiarias e do açúcar, além de outros produtos, como o feijão e a batata, que foram adotados como produtos essenciais. Nota-se que a variedade de pratos regionais se verifica mesmo em áreas restritas. Duas cidades vizinhas podem apresentar sob o mesmo nome, pratos que possam diferir bastante na forma de confecção, ainda que partilhem a mesma receita básica. As generalizações nem sempre estão corretas: as diversas culinárias regionais variam muito namesma região.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

Povo Italiano:

A Cultura da Itália é famosa pela sua arte, cultura e monumentos, entre os quais se destacam a Torre de Pisa e o Coliseu de Roma; bem como pela sua comida (pizza, pasta, etc.), vinho, estilo de vida, elegância, design, cinema, teatro, literatura, poesia, artes plásticas, música (especialmente a Ópera) e, de uma forma geral, por aquilo que é considerado por muita gente "bom gosto". Os italianos podem ser considerados ao lado dos britânicos e franceses as pessoas mais elegantes do mundo.

Arte
O período do Renascimento iniciou-se na Itália no século XIV e perdurou até ao século XVI. Feitos literários, tais como a poesia de Petrarca, Tasso e Ariosto; assim como a prosa de Boccaccio, Maquiavel e Castiglione exerceram uma enorme e duradoura influência no desenvolvimento subsequente da cultura Ocidental; iguais repercussões tiveram a pintura, escultura e a arquitetura produzida por gigantes como Leonardo da Vinci, Raffaello, Botticelli, Fra Angelico e Michelangelo. Dentre os artistas modernos pode-se incluir o escultor Tommaso Geraci.


Música
A influência musical de compositores Italianos como Claudio Monteverdi, Giovanni Pierluigi da Palestrina e Adoniram Barbosa marcaram uma época. No século XIX, a ópera romântica Italiana floresceu pela mão de compositores como Rossini, Verdi, e Puccini. Os artistas italianos contemporâneos, escritores, cineastas, arquitetos, compositores, e designers continuam a contribuir de forma significativa para a Cultura Ocidental.


Culinária
A culinária italiana conhecida hoje é um resultado da evolução de séculos de mudanças sociais e políticas. Suas raízes se encontram no século IV na Idade Média e mostram a influência dos árabes e normandos que levaram os primeiros “chefs” notáveis à região da Itália. Essas influências ajudaram a moldar o que hoje é conhecido como culinária italiana, adicionando itens como: batatas, tomates, pimenta e milho. No século XVIII a maior parte da Itália era governada pela França, Espanha e Áustria. Foi no início deste mesmo século que livros de culinária italiana começaram a ser escritos e distribuídos, para que os “chefs” espalhados pelas regiões da Itália pudessem mostrar seu orgulho pelo país. A culinária italiana tem várias características específicas, conhecidas mundialmente. No entanto, dentro da própria Itália, a culinária não só é regional, como também sazonal. As regiões têm características próprias que as diferenciam umas das outras. Utilizam diferentes ingredientes, receitas e até modos de preparo. Na Itália, as refeições podiam ter até cinco pratos servidos, com mais três depois de terminada a refeição. As refeições duravam horas e, em dias de festividades, podiam durar até o dia inteiro. Hoje em dia, esta tradição só é utilizada em feriados especiais e, mesmo assim, não de forma tão exagerada.
A culinária italiana que conhecemos hoje não é verdadeiramente italiana. A culinária de cada região da Itália difere-se bastante das outras, então não existe uma culinária própria para o país inteiro. Neste caso, costuma-se dizer que a culinária italiana é mundial, pois cada país pode adicionar seu toque especial à receita que desejar e servir um bom prato italiano. A Imigração italiana no Brasil teve como ápice o período entre 1880 e 1920 e, segundo dados da embaixada italiana no Brasil, cerca de 25 milhões de brasileiros são descendentes de imigrantes italianos. Os ítalo-brasileiros estão espalhados principalmente pelos estados do Sul e do Sudeste do Brasil, quase metade no estado de São Paulo. Assim, os ítalo-brasileiros são considerados a maior população de oriundi (descendentes de italianos) fora da Itália.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

Povo Espanhol:
Culinária da Espanha
A culinária espanhola é parte da culinária mediterrânica, embora com características próprias. A cozinha espanhola utiliza muito azeite de oliva, especiarias variadas e muitos vegetais. Outro produto muito apreciado na Espanha é o vinho, que acompanha as refeições principais. Internacionalmente, a paella, que consiste em um farto risoto de frutos do mar, galinha echouriço, é o prato mais conhecido e o jamón (presunto cru) uma das principais iguarias.

Culinárias regionais de Espanha.
Tal como ocorre na maior parte dos países, a culinária de Espanha varia bastante de uma regiões a outra; no entanto, existem algumas características comuns, entra as quais se podem destacar:
· O uso de azeite de oliva como gordura culinária por excelência, tanto em cru como
para fritar. O uso do azeite até princípios do século XX era pouco habitual e o uso de
gorduras animais, sobretudo a manteiga de cerdo, era mais comum.
· A utilização do sofrito como operação inicial na preparação de muitos pratos.
· O emprego do alho e da cebola como principais condimentos.
· O hábito de acompanhar as refeições com vinho.
· O pão como acompanhamento da maioria das refeições.
· O grande consumo de saladas, sobretudo no verão.
· Postre composto por uma peça de fruta ou algum produto lácteo, como o queijo. Os doces, como tortas ou pasteles são geralmente reservados para dias especiais ou festas. Dentre a enorme variedade de receitas que compõem a cozinha espanhola, algumas podem considerar-se comuns a todo ou quase todo o território, embora algumas tenham uma origem conhecida e continuem a ser associadas a determinados lugares. Podem citar-se como exemplos a tortilla de patata (omelete de batata), o gazpacho (uma sopa fria de vegetais), a paella (originária de Valência e, por isso, em Portugal é normalmente chamada “arroz à valenciana”, embora existam muitas variantes de uma região a outra), os pistos (uma espécie de ratatouille), as migas, os embutidos (jamón serrano, chorizo, morcilla) ou os quesos.


Galiza
A cozinha galega baseia-se na qualidade dos seus produtos frescos.


Astúrias e Cantábria
Nas Astúrias consomem-se grande quantidade de peixe e mariscos, mas o seu prato mais característico é a fabada asturiana, uma feijoada à base de fabe-alubias grandes, carne de porco, morcela, cebola e chorizo, muito apropriado para os dias de inverno.


Castela e Leão
Na região interior e montanhosa de Castela e Leão, a culinária caracteriza-se pelos asados e guisos, em especial de cordero y cochinillo, e os embutidos, como a morcilla de Burgos, o botillo del Bierzo e o jamón de Guijuelo.


Touradas
A tourada é um espetáculo tradicional de Portugal, Espanha e França, bem como de alguns países da América Latina: México, Colômbia, Peru, Venezuela e Guatemala. O essencial do espetáculo consiste na lida de touros bravos através de técnicas conhecidas como arte tauromáquica. Na cultura da península ibérica, o Circo de Termes parece ter sido um local sagrado onde os celtiberos praticavam o sacrifício ritual dos touros. A estela de Clunia é mais antiga representação do confronto de um guerreiro com um touro. As representações taurinas de variadas fontes arqueológicas encontradas na península Ibérica tais como os vasos de Líria, as esculturas dos Berrões a fila de Balazote ou o touro de Mourão estão quase sempre relacionadas com as noções de força, bravura, poder, fecundidade e vida que simbolizam o sentido ritual e sagrado que o touro ibérico teve na Península. A palavra tauromaquia é oriunda do grego ταυρομαχία - tauromachia (combate com touros). O registro pictórico mais antigo da realização de espetáculo com touros remete à ilha de Creta (Knossos). Esta arte está presente em diferentes vestígios desde a antiguidade clássica, sendo conhecido o afresco da tourada no palácio de Knossos em Creta.

Música espanhola
Para muitas pessoas, a expressão música espanhola é praticamente sinônima de flamenco, uma forma de música cigano-andaluza. Porém são abundantes os estilos regionais de música folclórica, e também são populares o pop, o rock e o hip hop espanhóis, etc.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

4. Indígenas e Africanos


Cultura

Há grande diversidade cultural entre os povos indígenas no Brasil, mas há também características comuns:
· A habitação coletiva, com as casas dispostas em relação a um espaço cerimonial que pode ser no
centro ou não;
· A vida cerimonial é à base da cultura de cada grupo, com as festas que reúnem pessoas de outras aldeias,
os ritos de passagem dos adolescentes de ambos os sexos, os rituais de cura e outros;
· A arte faz parte da vida diária, e é encontrada nos potes, nas redes e esteiras, nos bancos para homens e mulheres, e na pintura corporal, sempre presente nos homens;
· A educação das crianças se faz por todos os habitantes da aldeia, desde cedo aprendem a realizar as tarefas necessárias à sobrevivência, tornando-se independentes.
A família podia ser monogâmica ou poligâmica. Deixaram forte herança cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu a comer mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caça e pesca; no vocabulário:
em topônimos como Curitiba, Piauí, etc. Em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacaré, abacaxi, tatu. Ensinaram algumas técnicas como o trabalho em cerâmica e o preparo da farinha. E deixaram nos brasileiros hábitos como o uso do tabaco e o costume do banho diário. No Brasil colonial os portugueses tiveram como aliados os índios aldeados, os quais se tornaram súditos da Coroa.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

Africanos:

A África é um continente de grande diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura brasileira. Podem-se perceber grandes diferenças em suas raças, origens, costumes, religiões e outros. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião.
Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte, etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas. Seus ritos eram realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte. Na economia, trabalhavam principalmente na agricultura, mas também se dedicavam à criação de animais e de instrumentos artesanais. Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, estes transmitiram vários costumes como:
· A capoeira que chegou à época da escravização e era utilizada na África como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo;
· O candomblé que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
· A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê e até a feijoada, que se originou no período em que os escravos misturavam restos de carne para comerem.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.
5. Costumes dos povos indígenas e africanos

Principais alimentos consumidos pelos índios brasileiros:
· Frutas, Verduras, Legumes, Raízes, Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc.) Peixes, Cereais, Castanhas.

Pratos típicos da culinária indígena:
· Tapioca (espécie de pão fino feito com fécula de mandioca), Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe), Pipoca, Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina).
Principais ervas utilizadas pelos povos indígenas:
· Pó de Guaraná, usado como tônico estomacal, estimulante, contra distúrbios gastrintestinais, diarréias. Ativa as Funções cerebrais e combate a arteriosclerose, as nevralgias e as enxaquecas, detém as hemorragias atua como calmante para o coração.
· Óleo de Copaíba, utilizado por suas propriedades medicinais, no combate aos catarros vesicais e pulmonares, disenteria, bronquites.
· Óleo de Andiroba, potente cicatrizante, antiinflamatório.
· Casca de Açoita Cavalo, contém óleos essenciais que atuam frente as disenterias, hemorragias, artrite, reumatismo, tumores, colesterol e Hipertensão.
· Catuaba, tônico energético usado no tratamento de cansaço físico e sexual, insônia, nervosismo, falta de memória. Possui, ainda, propriedades anti-sifilíticas.
· Semente de Sucupira, energético, anti-sifilítico, contém alcalóides empregados no tratamento de febres, reumatismo, artrite, inflamações, dermatoses.
· Casca de Barmitão, potente anti-hemorrágico, antiinflamatório.
· Casca de Murapuama, tônico neuro-muscular, afrodisíaco, utilizado contra fraquezas, gripes, impotência, reumatismo crônico, etc.
· Saracura-mirá, energético, usado no tratamento de cansaço físico, sexual, insônia, nervosismo, falta de memória.
· Casca de Assacu, usado no combate às inflamações em geral, ulcerações, tumores.
· Semente de Cumaru, propriedades medicinais que atuam reconstituindo as forcas orgânicas debilitadas, como tônico cardíaco.
· Casca de Caroba, contém uma resina denominada "Carobona", além de seu princípio ativo, o alcalóide "Carobina". É diaforéticas (Cascas) e antisifilíticas (Folhas), debela feridas e elimina inflamações da garganta, afecções da pele, coriza, blenorragia, dores reumáticas e musculares, cálculos da bexiga.
· Casca de Moruré, alivia as dores reumáticas, artríticas e da coluna verbal, estimulante do sistema nervoso e muscular.
· Amêndoa do Açaizeiro, fornece um óleo verde-escuro bastante utilizado na medicina caseira, principalmente como anti-diarréico. O seu suco, de sabor exótico, possui grande valor nutritivo e contém altas concentrações de ferro, sendo bastante usado no combate à anemia.
Além de todos os produtos acima citados, a região norte do Brasil apresenta, ainda, outros derivados de plantas, como o Daime. De origem indígena, apresenta propriedades calmantes, mas sabe-se também que é pertencente à "família" dos perturbadores do sistema nervoso central, ou seja, alucinógenos, tanto quanto a maconha ou o LSD.

Principais alimentos consumidos pelos afro-descendentes:
A famosa feijoada é uma iguaria específica das senzalas, os escravos, eram geralmente alimentados com subprodutos da mandioca e trigo, para reforçar a alimentação eles pegavam os miúdos de porco que era rejeitado pelos fazendeiros e cozinhavam junto com feijão; não era exatamente como hoje, qualquer feijão servia; os mais favorecidos na alimentação eram os velhos e as mulheres que amamentavam, pois naquela época todos sem distinção tinham que trabalhar.

Principais ervas utilizadas pelos afro-descendentes:
· Limão – Citrus limonium Risso;
· Agrião – Sisymbrium nasturtium;
· Gengibre – Zingiber officinalis;
· Cebola – Allium cepa;
· Sete Sangrias – Cuphea balsamona Cham et Schlechdt;
· Alho – Allium sativum;
· Melão São Caetano – Momordica charantia;
· Malva – Althaea officinalis;
· Santa Maria – Chenopodium ambrosioides;
· Embaúba – Cecropia pachystachya;
· Arruda – Ruta graveolens, Ruta sativa;
· Alfavaca – Ocinum basilicum.