T.I.

Trabalhar em grupo e estabelecer boas relações, tanto de ordem afetiva quanto produtiva, é uma habilidade cada vez mais estimulada e valorizada no mercado. Assim, deve-se tirar o máximo de proveito dessa prática durante toda a vida acadêmica, já que, em geral, ela consiste numa preparação para a vida profissional. Saber trabalhar em grupo é, portanto, um diferencial competitivo e um passo para atuar em equipe.

Pesquisa

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Diário de Bordo

TI 2010
Diário de Bordo - Primeira reunião:

Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Obs: A AL. Sthephany no. 4610 começou a fazer parte do nosso grupo a partir da 4ª reunião.

Data: 18/02/2010
Horário: 14:00h
Local: Biblioteca do CMC

Ausente: AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802 (sem justificativa)

Itens tratados:

• O que é TI;
• Para que serve;
• Como funciona;
• Votação para coordenador do grupo;
• Contatos via telefone.

Tarefas previstas:

• Dia 10/03, 2ª reunião às 14:00h no CMC

Prazos:

Tarefas executadas: Pesquisa sobre os povos africanos

Materiais e Meios utilizados: internet, papel e caneta.

Fontes consultadas: Internet no site http://www.arteducacao.pro.lor/hist_da_arte/ hist_da_arte_pre
brasil.htm e alguns livros da Biblioteca, onde não foram encontradas boas informações.

Contatos mantidos: via telefone

Decisões tomadas: Coordenação do grupo pela AL Maria Luíza e sua substituta em caso de não comparecimento em reuniões pela AL Elisabeth.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Segunda reunião
:

Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 10/03/2010
Horário: 14:00h
Local: Biblioteca do CMC

Ausente:

Itens tratados:

• Qual o tema – Impacto da Colonização Social dos Povos Indígenas e Africanos;
• Contatos via e-mail.

Tarefas previstas:

• Dia 20/03, pesquisa em dicionários na Biblioteca Pública do Paraná às 08:00h.

Prazos:

Tarefas executadas:

Materiais e Meios utilizados: livros, papel e caneta.

Fontes consultadas: Tiramos algumas dúvidas sobre o trabalho com os professores.

Contatos mantidos: via telefone e e-mail

Decisões tomadas: Realização da reunião na Biblioteca Pública do Paraná para coleta de dicionários (para a parte de história).

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador


TI 2010
Diário de Bordo - Terceira reunião:

Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 20/03/2010
Horário: 08:00h
Local: Biblioteca Pública do Paraná

Ausente: nenhum, porém o AL. Evandro Romeiro disse que chegaria entre 10:00h e 10:30h, porém chegou às 11:30h.

Itens tratados:

• Primeira parte de História: História conceitual;

Tarefas previstas:

• Dia 31/03, quarta reunião às 14:00h no CMC;
• Enviar via e-mail para a AL Maria Luíza toda a pesquisa dos dicionários.

Prazos: As pesquisas deverão ser enviadas até 04/04. Só respeitaram o prazo as alunas Maria Luíza, Ellejeane e Elisabeth.

Tarefas executadas: primeira parte de História (dicionários).

Materiais e Meios utilizados: dicionários antigos, papel e caneta.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 1 a 11.

Contatos mantidos: via telefone e e-mail

Decisões tomadas: Realização de reunião dia 31/03

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Quarta reunião:


Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 31/03/2010
Horário: 14:00h
Local: Biblioteca do CMC

Ausentes:
AL. Tozzini – 2609 – 804 (sem justificativa)
AL. Ellejeane – 4605 – 804 (motivo: consulta odontológica)
AL. Sthephany – 4610 – 804 (sem justificativa)

Itens tratados:

• Pesquisa dos dicionários enviados via e-mail;
• Dicionários históricos;

Tarefas previstas:

• A AL Maria Luíza encarregou-se de ir até a Biblioteca da UFPR para realizar a pesquisa do dicionário histórico que não foi encontrado na Biblioteca Pública.

Prazos:

Tarefas executadas:

Materiais e Meios utilizados: papel e caneta.

Fontes consultadas: mostramos para o Prof. Zorek o que já tínhamos para os dicionários (Bibliografia itens 1 a 11).

Contatos mantidos: via telefone e e-mail

Decisões tomadas:

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Quinta reunião:


Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 04/05/2010
Horário: 08:00h
Local: Praça de Alimentação do CMC

Ausente: AL. Sthephany – 4610 – 804 (sem justificativa). Esta aluna ao invés de comparecer à reunião, estava conversando com as amigas e, desde que entrou no trabalho não fez nada para ajudar o grupo.

Itens tratados:

• Finalização da 1ª Parte de História e início da 2ª Parte;
• Divisão do grupo para a elaboração dos textos relativos a 2ª Parte de História.
• Indígenas – Maria Luíza, Ellejeane e Evandro Romeiro;
• Africanos – Tozzini, Elisabeth e Loren

Tarefas previstas:

• Dia 05/05 sexta reunião às 08:00h no CMC;
• Dia 06/05 sétima reunião às 08:00h no CMC;
• Dia 07/05 oitava reunião às 08:00h no CMC;

Prazos:

Tarefas executadas: finalização dos dicionários de História.

Materiais e Meios utilizados: papel e caneta e a pesquisa dos dicionários já formatada.

Fontes consultadas: pesquisas realizadas.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas: subdivisão do grupo para os textos de História.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Sexta reunião:

Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 05/05/2010
Horário: 08:00h
Local: Praça de Alimentação do CMC

Ausente:
Itens tratados:

• Finalização dos textos de História;
• Diário de Bordo;
• Subdivisão do grupo para fazer as matérias.
• Matemática – Elisabeth e Evandro Romeiro;
• Geografia – Maria Luíza e Ellejeane;
• Desenho Geométrico – Maria Luíza e Ellejeane;
• Ciências – Tozzini e Loren
• Português – Tozzini e Loren

Tarefas previstas:

• Dia 06/05 sétima reunião às 08:00h no CMC;
• Dia 07/05 oitava reunião às 08:00h no CMC;

Prazos:

Tarefas executadas: finalização dos textos de História.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta livros de História, e pesquisa na internet.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 12 ao 21.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas: subdivisão do grupo para fazer as matérias ainda não realizadas.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Sexta reunião:

Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 05/05/2010
Horário: 08:00h
Local: Praça de Alimentação do CMC

Ausente:
Itens tratados:

• Finalização dos textos de História;
• Diário de Bordo;
• Subdivisão do grupo para fazer as matérias.
• Matemática – Elisabeth e Evandro Romeiro;
• Geografia – Maria Luíza e Ellejeane;
• Desenho Geométrico – Maria Luíza e Ellejeane;
• Ciências – Tozzini e Loren
• Português – Tozzini e Loren

Tarefas previstas:

• Dia 06/05 sétima reunião às 08:00h no CMC;
• Dia 07/05 oitava reunião às 08:00h no CMC;

Prazos:

Tarefas executadas: finalização dos textos de História.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta livros de História, e pesquisa na internet.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 12 ao 21.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas: subdivisão do grupo para fazer as matérias ainda não realizadas.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Sétima reunião:


Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 06/05/2010
Horário: 08:00h
Local: Praça de Alimentação do CMC

Ausente: AL. Sthephany (motivo: participação nas olimpíadas do CMC). Esta aluna não compareceu nem nos intervalos dos jogos e preferiu ficar conversando com as amigas.

Itens tratados:

• Diário de Bordo e planejamento;
• Início da montagem das atividades pedidas pelas outras matérias;

Tarefas previstas:

• Dia 07/05 oitava reunião às 08:00h no CMC;
• Dia 13/05 nona reunião às 13:30h no CMC;
• Dia 15/05 décima reunião às 08:00h na Biblioteca Pública do Paraná.

Prazos: mandar via e-mail até o dia 13/05, as matérias para a AL Maria Luíza.

Tarefas executadas: relatório do Diário de Bordo, início das matérias.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta, pesquisas e caderno para o Diário de Bordo.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 21 ao 37.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas:

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Oitava reunião:

Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 07/05/2010
Horário: 08:00h
Local: Praça de Alimentação do CMC

Ausente: AL. Sthephany (motivo: participação nas olimpíadas do CMC). Com o objetivo de ajudar esta aluna tentamos conversar com ela para ser mais responsável com o trabalho. A falta foi dada pelo fato de não fazer nada na reunião e sair da mesma às 08:50h, sendo que seu jogo seria às 09:30h. O professor orientador foi informado sobre o comportamento da aluna.

Itens tratados:

• Faltas da AL Sthephany;
• Continuação das outras matérias;

Tarefas previstas:

• Dia 13/05 nona reunião às 13:30h no CMC;
• Dia 15/05 décima reunião às 08:00h na Biblioteca Pública do Paraná.

Prazos:

Tarefas executadas: Continuação das outras matérias.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta e pesquisas.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 21 ao 37.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas: por falta de mais pesquisas (Biblioteca do CMC fechada) e cansaço das reuniões anteriores, resolvemos parar a reunião às 09:20h e fomos assistir a alguns jogos para descansar um pouco.

Obs: todos os integrantes do grupo foram avisados das reuniões por meio de um cronograma feito pela coordenadora do grupo.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Nona reunião:
Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 13/05/2010
Horário: 13:30h
Local: Biblioteca do CMC

Ausente:
Itens tratados:

• Próxima reunião;
• Prazos para finalização das outras matérias;
• Textos de História.

Tarefas previstas:

• Dia 15/05 décima reunião às 08:00h na Biblioteca Pública do Paraná.

Prazos:

• A AL Ellejeane cumpriu o prazo de entrega do seu texto.
• AL Romeiro enviou seu texto com atraso de sete dias.
• Finalização de todas as matérias em 17/05.

Tarefas executadas: Continuação das outras matérias.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta e pesquisas.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 21 ao 37.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas: próxima reunião e mostra do diário de bordo no dia 14/05 ao Prof. Orientador.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Décima reunião:
Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 15/05/2010
Horário: 08:00h
Local: Biblioteca Pública do Paraná

Ausente:
AL. Ellejeane (motivo: o pai da aluna não pôde levá-la)
AL. Elisabeth (motivo: compromisso particular, apesar de ter confirmado presença telefonou avisando do outro compromisso)

Itens tratados:

• Diário de Bordo e planejamento.

Tarefas previstas:

• Dia 22/05 décima primeira reunião às 09:30h na Biblioteca Pública do Paraná;
• Finalização das questões das disciplinas par o dia 17/05.

Prazos: enviar até o dia 18/05 para a AL Maria Luíza as partes correspondentes a cada um.

Tarefas executadas: Finalização do planejamento e diário de bordo.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta, diário de bordo e orientação das matérias.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 21 ao 37.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas:

Observações:

AL. Maria Luíza: responsável, faz tudo dentro dos prazos, um pouco exigente com os horários das reuniões.

AL. Ellejeane: responsável, vem nas reuniões e cumpre os prazos.

AL. Tozzini: faz as tarefas dentro dos prazos. Só possui uma falta sem motivo.

AL. Elisabeth: por não cumprir os prazos para a finalização do TI de Matemática, tivemos que aumetar este prazo.

AL. Loren: faz as tarefas dentro do prazo, comparece às reuniões, envia as pesquisas via e-mail, mas tem problemas com seu servidor.

AL. Evandro Romeiro: manda os e-mails fora do prazo com conteúdos errados (ortografia).

AL. Sthephany: falta às reuniões e precisa ter mais responsabilidade com o trabalho.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. Orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Décima primeira reunião:


Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 22/05/2010
Horário: 09:30h
Local: Biblioteca Pública do Paraná

Ausente: AL. Sthephany (motivo: viagem à Santa Catarina)

Itens tratados:

• Finalização de todas as matérias;
• Resolução do problema com o TI de Matemática. 16 dias após serem avisados da responsabilidade com o TI de Matemática, os AL Evandro Romeiro e AL Elisabeth haviam feito menos de um quarto de sua parte. Foram dados três prazos para a finalização do TI, mas não foram cumpridos. Ficou decidido o prazo final para o dia 25/05.

Tarefas previstas:

• Dia 26/05 décima segunda reunião às 14:00h no CMC;
• Enviar via e-mail para a AL Maria Luíza todas as matérias prontas.

Prazos: enviar até o dia 26/05 para a AL Maria Luíza as partes correspondentes a cada um exceto matemática.

Tarefas executadas: Finalização das matérias.

Materiais e Meios utilizados: papel, caneta, redações, mapas, régua e compasso.

Fontes consultadas: ver Bibliografia itens 21 ao 37.

Contatos mantidos: via e-mail

Decisões tomadas:

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. Orientador

TI 2010
Diário de Bordo - Décima segunda reunião:
Grupo 2:
Coordenadora: Maria Luíza – 2650 – 804

AL. Tozzini – 2609 – 804
AL. Ellejeane – 4605 – 804
AL. Loren – 4609 – 804
AL. Sthephany – 4610 – 804
AL. Elisabeth – 3560 – 802
AL. Evandro Romeiro – 2635 – 802

Data: 26/05/2010
Horário: 14:00h
Local: Biblioteca do CMC e Seção 8

Ausente:

• AL. Sthephany (motivo: recuperação)
• AL. Elisabeth (motivo: recuperação)

Itens tratados:

• Mostra dos trabalhos por matéria aos professores;

Tarefas previstas:

• Dia 02/06 décima terceira reunião às 14:00h no CMC;

Prazos:

Tarefas executadas:

Materiais e Meios utilizados: trabalho por matéria.

Fontes consultadas:

Contatos mantidos: via telefone e e-mail

Decisões tomadas: realização de uma reunião na casa de um dos integrantes do grupo para aprender como utilizar o blog.

Avaliação 30 esc: vistado pelo Prof. Orientador

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Planejamento

Planejamento:

*Trabalho escrito:

Matemática – os AL.Elisabeth e AL.Evandro Romeiro são responsáveis por realizar esta matéria. Após pesquisar dados estatísticos, serão construídos tabelas e gráficos.Com as informações contidas nos gráficos e tabelas serão respondidas cinco questões elaboradas pela dupla.

Português – os responsáveis por esta matéria são todos os integrantes do grupo.Serão feitas três redações incluindo idéias de todos os alunos do grupo,para não desmerecer a(s) redação(ões) de alguém.

Geografia – as AL.Maria Luiza e AL.Ellejeane são responsáveis por realizar esta matéria. Serão feitos cinco mapas, cujo assunto será a população indígena e africana dos anos de:1500,1700,1821,1930 e 2010,a partir de critérios étnicos.Os mesmos terão escala,rosa dos ventos,legenda e título.

Ciências – os AL.Tozzini,AL.Loren e AL.Sthephany são responsáveis por realizar esta matéria.Questões:
1. Análise do quadro Operária, de Tarsila do Amaral apresentando as diferenças dos povos representados.
2. Descrição do povo brasileiro, como é formado.
3. Apresentação da cultura dos povos portugueses, italianos e espanhóis. Identificação dos parentes dos alunos pertencentes a esses povos.
4. Apresentação dos povos indígenas e africanos do Brasil (cultura). Identificação dos parentes de alunos pertencentes a esses povos.
5. Falaremos sobre ervas, alimentos utilizados pelos povos indígenas e africanos.
6. Descrição de alguns pratos de origem indígena e africana (ingredientes, modo de preparo, região do Brasil onde é mais consumido).

*Serão acrescentadas figuras nas questões 3,4,5 e 6 para melhor ilustrar o trabalho.

História – os responsáveis por esta matéria são todos os integrantes do grupo. Nas Bibliotecas Pública e da Universidade Federal, será feita a coleta dos dicionários, depois,a partir dos significados de todos os dicionários faremos a nossa definição e observaremos as mudanças ao longo do tempo.Produziremos dois textos narrados por personagens fictícios(um indígena e outro africano),que contarão tudo o que sofreram no Brasil Colônia.

Inglês – a AL.Maria Luiza é responsável pela realização desta matéria. Serão feitos dois abstracts sobre o trabalho um em português,e o outro,em inglês.

*Apresentação oral:

*Faremos uma apresentação de slides contendo algumas figuras e poucos e pequenos textos(responsáveis:AL.Ellejeane e AL.Maria Luiza).

*Faremos uma pequena degustação de alguns pratos típicos(de origem indígena e africana) (responsáveis:ainda não definidos).

*Serão expostos alguns objetos indígenas e africanos(responsáveis: todos).

*Apresentaremos dois vídeos sobre a cultura indígena e africana(sem certeza) (responsáveis:ainda não definidos).

*Falaremos sobre o trabalho,explicando as figuras,quais os pratos,etc.(responsáveis: todos).

terça-feira, 22 de junho de 2010

T.I. de Geografia

GEOGRAFIA


Estima-se entre um milhão e cinco milhões o número de índios que viviam no Brasil em 1500, na época do descobrimento. Outra estimativa é a de que esses nativos estavam distribuídos em 1.400 tribos, que falavam 1.300 línguas diferentes. Infelizmente, devido à precariedade de dados históricos, torna-se impossível precisar a totalidade da população indígena do Brasil em 1500.





POPULAÇÃO INDÍGENA NO BRASIL NO SÉC XVI CLASSIFICADA POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
(representado 68% da pop. estimada)





Havia, tanto do lado português como do espanhol, uma tendência evidente dos estudiosos para minimizar a população indígena original. Seja por crer que houvesse exagero nas fontes primárias dos cronistas, que efetivamente viram os índios com seus próprios olhos; seja pela tendência prevalecente por muito tempo - e ainda hoje perceptível -de dignificar o papel dos conquistadores e colonizadores, ocultando o peso do seu impacto genocida sobre as populações americanas.





Com efeito, os numerosos casos concretos que conhecemos diretamente de depopulação sultante dos primeiros contatos confirmam as taxas dos estudos demográficos referidos, que é da ordem e 25 por um. Esse cálculo se baseia, fundamentalmente, no desmoronamento da população mexicana logo após a conquista, que caiu de 25,3 milhões para 1 milhão entre 1519 e 1605. Isso significa que os 100 mil indígenas brasileiros que alcançaram a primeira metade do primeiro século seriam, originalmente, ao menos 2,5 milhões. Seguindo esse raciocínio, supomos que aqueles 5 milhões de indígenas de 1500 se teriam reduzido a 4 milhões um século depois, com a dizimação pelas epidemias das populações do litoral atlântico, que sofreram o primeiro impacto da civilização pela contaminação das tribos do interior com as pestes trazidas pelo europeu e pela guerra. No segundo século, de 1600 a 1700, prossegue a depopulação provocada pelas epidemias e pelo desgaste no trabalho escravo, bem como o extermínio na guerra, reduzindo-se a população indígena de 4 para a 2 milhões. Assim foi, então, o desgaste das tribos isoladas que viviam nas áreas de colonização recente e, sobretudo, na região Sul, onde os mamelucos paulistas liquidaram as enormes concentrações de índios Guarani das missões jesuíticas. É provável que naquele século se tenha escravizado mais de 300 mil índios, levados para São Paulo e vendidos na Bahia e em Pernambuco. Essa captura de escravos se fazia, também, por intermédio de muitíssimos índios cativos, aliciados nas bandeiras. A proporção de índios para "brancos" nas bandeiras foi de setecentos para duzentos na de Cristóvão de Barros e de novecentos para 150 na de Antônio Dias Adorno, em 1574; e de mil para duzentos na bandeira de Raposo Tavares às reduções jesuíticas em Itatins (1648). O próprio Nassau mandou contra Palmares, em 1645, uma expedição com setecentos índios e cem mulatos para trezentos soldados holandeses, que, aliás, fracassou. Os Palmares foram destruídos meio século depois por homens de Jorge Velho, que seguiu do Piauí para combater, primeiro, os índios Janduí (1688) e, depois, Palmares (1694) com uma tropa de 1300 índios para 150 "brancos". Foi também de índios o grosso das forças com que os portugueses lutaram contra os franceses na Guanabara e, mais tarde, no Maranhão, assim como contra os holandeses, na Paraíba. No terceiro século, de 1700 a 1800, se teria gasto - conforme a bizarra expressão dos cronistas coloniais - outro milhão, principalmente no Maranhão, no Pará e no Amazonas, reduzindo-se o montante de índios isolados de 2 para 1 milhão. Esse último milhão vem minguando, desde então, com a ocupação de vastas áreas florestais, paulatinamente exploradas, em Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina, e com a abertura de amplas frentes de expansão no Brasil central e na Amazônia.







Os estudos de demografia dos povos indígenas fazem parte da interface entre demografia e antropologia, campo também conhecido como "demografia antropológica". Desde os anos 40 e 50, que demógrafos produzem um conhecimento específico que integra as teorias antropológicas às metodologias de captação de informações e às interpretações e análises das informações produzidas. Pesquisas sobre o comportamento demográfico das populações indígenas são ainda pouco freqüentes no Brasil, embora se tenha observado, a partir dos anos oitenta, o aumento de interesse de demógrafos e antropólogos por este campo de estudo. As dificuldades para a realização deste tipo de estudo estão centradas fundamentalmente na obtenção das informações necessárias para o cálculo de indicadores demográficos e na fragilidade destes indicadores, baseados no número muito reduzido dessas populações. As fontes de dados oficiais sobre as populações indígenas sempre foram muito precárias. Além dos históricos recenseamentos pouco confiáveis dos governos provinciais, censos periódicos e registros de eventos vitais do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) contase com informações sobre algumas populações, levantadas pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) que, por sua vez, oscilavam, ao longo do tempo, de acordo com os interesses políticos deste órgão e com as possibilidades de presença nas áreas indígenas de todo o país. Nos postos indígenas mais antigos, como aqueles demarcados entre os anos de 1930 a1960, ainda se verificava a prática de preencher os livros oficiais com base nas certidões de nascimento, casamento e óbito, fornecidas pelo SPI e posteriormente pela FUNAI. Os povos indígenas no Brasil, até a década de 80, eram considerados uma categoria social transitória, fadada à integração com a sociedade chamada ‘nacional’, ou ao desaparecimento enquanto grupos sociais distintos. A partir da Constituição de 1988 quando foram reconhecidos aos índios seus direitos originários às terras, e respeito aos seus costumes, línguas e praticas culturais, esses povos passaram a ter maior visibilidade política no país. Porém, até final da década de 90, precisamente 1999, eram poucas as fontes oficiais de informações populacionais sobre estes povos. A partir do início dos anos 2000 tanto IBGE quanto Ministério da Saúde começaram a investir mais esforços para aprimorar suas metodologias de coleta de informações.
Na metade do século XIX, os índios não passavam de 100 mil pessoas e no final do século XX eram cerca de 300 mil.
Em cada século e em cada região, tribos indígenas virgens de contato e indenes de contágio foram experimentando, sucessivamente, os impactos das principais compulsões e pestes da civilização, e sofreram perdas em seu montante demográfico de que jamais se recuperaram. O efeito dizimador das enfermidades desconhecidas, somado ao engajamento compulsório da força de trabalho e ao da deculturação, conduziram a maior parte dos grupos indígenas à completa extinção. Em muitos casos, porém, sobrevive um remanescente que via de regra, corresponde àquela proporção de um por 25 da população original. A partir desse mínimo e que voltou a crescer lentamente. Além da população indígena identificada oficialmente, há 55 notificações de grupos isolados ainda não contatados pelo homem branco. Há na FUNAI, desde 1987, uma unidade destinada a tratar da localização e proteção dos índios isolados, cuja atuação se dá por meio de sete equipes, denominadas Frentes de Contato, atuando nos estados do Amazonas, Pará, Acre, Mato Grosso, Rondônia e Goiás.
A maior parte da população indígena está concentrada no estado do Amazonas e, em seguida, no Mato Grosso e em Roraima. Em relação às áreas, o Amazonas também fica em primeiro lugar, com 35,7%, seguido pelo Pará e Roraima.





São 215 os povos indígenas no Brasil de hoje. Na maioria sociedades diminutas, remanescentes de populações que já foram consideráveis, destruídas por doenças, escravização, massacres, invasão de seus territórios, deportação, programas de assimilação: mais de dois terços desses grupos não chegam hoje a mil pessoas. No total, são uns 328 mil índios, contando-se apenas os que moram em áreas indígenas. Outros 30 mil são índios desaldeados, que moram na maioria em áreas urbanas. A população indígena concentra-se na Amazônia, onde moram cerca de 60% dos índios brasileiros. As sociedades indígenas são muito diversas entre si. Vejam-se as línguas, por
exemplo. Distinguem-se 180 línguas indígenas diferentes. Se incluirmos os dialetos, esse número sobe para 195. Com exceção de dez línguas isoladas, que não se aparentam com nenhuma outra, essa grande variedade de línguas pode ser agrupada em 14 conjuntos. Quatro grandes grupos lingüísticos espalham-se por territórios amplos, que podem transbordar das fronteiras nacionais: são os grupos Macro-Tupi, Macro-Jê, Aruak e Karib. Os troncos lingüísticos Macro-Tupi e Macro-Jê agrupam mais de 20 línguas cada um.
Dez grupos lingüísticos territorialmente mais compactos e quase todos da periferia da bacia amazônica reúnem um número menor de línguas: são as famílias Arawá, Txapakúra, Pano, Guaykuru, Nambikwára, Mura, Katukina, Yanomami, Tukano e Maku. As línguas isoladas, dez ao todo, são em geral faladas por pequenos grupos. Mas uma delas é falada por um dos maiores grupos indígenas brasileiros, os Tikuna, que reúne mais de 32 mil índios. Muitas línguas se perderam neste século e outras estão a ponto de se perderem. Assim, os Pataxó Hã-hã-hãe, do sul da Bahia, pediram a lingüistas e antropólogos que elaborassem um vocabulário com a última falante de sua língua. É na região Leste e Nordeste do País que mais línguas se perderam, em parte fruto de preconceito e de políticas assimilacionistas. Hoje, pela Constituição brasileira, o ensino em áreas indígenas deve ser bilingue. A diversidade das sociedades indígenas - cada uma sendo uma síntese original de sociabilidade e de uso dos recursos naturais - é um patrimônio essencial do Brasil. O que talvez mais chame a atenção seja o contraste entre a simplicidade das tecnologias e a riqueza dos universos culturais. As sociedades indígenas elaboraram cosmologias e sistemas sociais complexos, nos quais o patrimônio imaterial parece ter um privilégio sobre o patrimônio material. Enquanto a propriedade privada da terra, por exemplo, é inexistente, direitos sobre bens imateriais, tais como nomes próprios, cantos, ornamentos rituais, são objeto de detalhada regulamentação.
Enquanto nos anos 50 e 60 previa-se o desaparecimentos dos índios, hoje se constata uma recuperação demográfica e um ressurgimento de etnias que se ocultavam diante do preconceito. Assim mesmo, ainda são - lamentam os que os consideram como empecilhos ao desenvolvimento - poucos índios para muita terra. O juízo de valores pode ser invertido desde, que se saibam avaliar os benefícios possíveis: os índios têm preservado, nas grandes áreas da Amazônia que ocupam, uma espantosa riqueza em biodiversidade e um saber acumulado cujo valor de mercado ainda não é reconhecido. A valorização adequada desses recursos - diversidade genética e conhecimentos - e uma política que permita a continuação de um modo de exploração não destruidor da natureza, podem garantir aos índios um futuro no Brasil e ao Brasil a preservação de sua diversidade cultural e natural. Conforme se vê, a população original do Brasil foi drasticamente reduzida por um genocídio de projeções espantosas, que se deu através da guerra de extermínio, do desgaste no trabalho escravo e da virulência das novas enfermidades que o achacaram. A ele se seguiu um etnocídio igualmente dizimador, que atuou através da desmoralização pela catequese; da pressão dos fazendeiros que iam se apropriando de suas terras; do fracasso de suas próprias tentativas de encontrar um lugar e um papel no mundo dos "brancos". Ao genocídio e ao etnocídio se somam guerras de extermínio, autorizadas pela Coroa contra índios considerados hostis, como os do vale do rio Doce e do Itajaí. Desalojaram e destruíram grande número deles. Apesar de tudo, espantosamente, sobreviveram algumas tribos indígenas ilhadas na massa crescente da população rural brasileira.


POPULAÇÃO INDÍGENA NO BRASIL CLASSIFICADA POR ETNIA
(representado 85% da Pop. Recenseada em 2000)


POPULAÇÃO INDÍGENA NO BRASIL CLASSIFICADA POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO
(representado 86% da Pop. Recenseada em 2000)


ENTRADA DE ESCRAVOS AFRICANOS NO BRASIL
Século XVI
O território nacional não foi imediatamente ocupado pelos europeus a partir do Descobrimento do Brasil em 1500. A colonização começou somente a partir de 1532. Antes disso, havia apenas feitorias nas quais o pau-brasil era armazenado esperando os navios que vinham da Metrópole. Apenas alguns degredados, desertores e náufragos haviam se estabelecido em definitivo no Brasil, vivendo e se miscigenando com as tribos indígenas. Ao contrário do que muitos pensam, os primeiros colonos não foram só ladrões, assassinos ou prostitutas mandados para o Brasil. A maioria era composta por camponeses pobres, agregados de um pequeno nobre que vinha estabelecer engenhos e plantações de cana-deaçúcar no Brasil. Apenas alguns poucos eram "criminosos", em geral pessoas perseguidas pela Igreja por sua "falta de moral" ou por cometerem pequenos delitos: judeus, cristão-novos, bígamos, sodomitas, padres sedutores, feiticeiras, visionárias, blasfemadores, impostores de todas as espécies.
A maior parte dos colonos que vieram para o Brasil não foram os degredados. Quem de fato promoveu a colonização inicial foram as famílias ricas de Portugal, todavia não havia uma hegemonia sócio-econômica entre os colonos. Ao mesmo tempo em que houve um predomínio de 90% de famílias de classe alta nas zonas mais ricas, como Pernambuco e Bahia, nas regiões periféricas, como o Maranhão, a esmagadora maioria dos portugueses eram pobres.
Foi partir da década de 1550 que começou a aportar na colônia os primeiros navios com escravos da África. Além de resolver o problema da mão-de-obra (faltavam índios e portugueses), o tráfico negreiro era muito rentável. No século XVI desembarcaram no Brasil em torno de 50 mil portugueses e 50 mil africanos.



Século XVII
O desenvolvimento da cultura de cana-de-açúcar faz crescer o número de escravos africanos desembarcados na colônia, vindos sobretudo de Angola e da Costa da Mina para o litoral do Nordeste. A imigração portuguesa continuou reduzida. Portugal não tinha população suficiente para mandar grandes números de colonos para o Brasil. A população se concentra nos litorais nordestino e sudestino. O resto do País segue ocupado apenas pelos índios. No século XVII desembarcaram 550 mil africanos e 50 mil portugueses.



Século XVIII
O desenvolvimento da mineração trouxe para o Brasil centenas de milhares de africanos, que foram escravizados na extração de ouro. Um fato novo foi, pela primeira vez na História da colônia, a vinda de um enorme contingente de colonos portugueses. Tal surto deve-se a alguns fatores: Portugal e, em particular, a região do Minho, teve uma alta taxa de crescimento populacional e, em consequência, superpopulação. As notícias de que na colônia sul-americana estava ocorrendo a exploração da mineração serviu como esperança para milhares de portugueses que resolveram cruzar o Oceano Atlântico e se aventurar nas Minas Gerais. A imigração de casais açorianos para o litoral do Sul do Brasil foi de fundamental importância para a demografia da região. No século XVIII desembarcaram um milhão e 600 mil africanos e 600 mil portugueses no Brasil. O Brasil passou a possuir a aior população africana fora da África e a maior população lusitana fora de Portugal. O tráfico internacional de escravos da África subsaariana para o Brasil foi um movimento migratório, embora forçado. Seu início ocorreu na segunda metade do século XVI, e desenvolveu-se no século XVIII, atingiu seu ápice por volta de 1845 até ser bruscamente extinto em 1850. Foi, certamente, a maior migração forçada da História Mundial.
O tráfico negreiro foi uma atividade altamente lucrativa e legal que pagava impostos tanto para a Coroa portuguesa quanto para a Igreja Católica (dízimo).



O tráfico negreiro iniciou-se oficialmente em 1559, quando a metrópole portuguesa decidiu permitir o ingresso de escravos vindos da África no Brasil. Antes disso, porém, transações envolvendo escravos africanos já ocorriam no Brasil, sendo a escassez de mão-deobra um dos principais argumentos dos colonos. No período 1837-1840, os homens constituíam 73,7% e as mulheres apenas 26,3% da população escrava. Além disto, os donos de escravos não se preocupavam com a reprodução natural da escravaria, porque era mais barato comprar escravos recém trazidos pelo tráfico internacional do que gastar com a alimentação de crianças. Em relação à grande quantidade de scravos que aqui chegaram, a sociedade brasileira têm até poucos de seus descendentes. Ao todo, entraram no Brasil aproximadamente quatro milhões de africanos na forma de escravos.












POPULAÇÃO AFRICANA NO BRASIL COLONIAL CLASSIFICADA POR REGIÃO DE DESEMBARQUE

(representado 70% da Pop. Desembarcada)




POPULAÇÃO BRASILEIRA CLASSIFICADA POR RAÇA E ESTADO DA FEDERAÇÃO POPULAÇÃO BRASILEIRA
PERCENTUAL DA RAÇA NEGRA POR REGIÃO

(dados do PNAD – 2005)



T.I. de Geografia II

Bibliografia

1 SOUZA, W. As populações indígenas no território brasileiro.
2 Brasil: 500 Anos de Povoamento. Imigração Restrita: 1500-1700.
3 BUENO, E. Capitães do Brasil. São Paulo: Editora Objetiva, 2006.
4 IBGE. Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de janeiro : IBGE, 2000. Apêndice: Estatísticas de 500 anos de povoamento.
5 TOLEDO, R. P. À Sombra da Escravidão.
6 MORTARA, G. Utilização do Censo Demográfico para a Reconstrução das Estatísticas do Movimento da População do Brasil. 1941.
7 TEIXEIRA, P. e AZEVEDO, M. Demografia dos Povos Indígenas no Brasil, 2010.
8 SITE: geocities.yahoo.com.br
9 SITE: ibge.gov.br/ibgeteen/datas/indio/números
10 SITE: mre.gov.br

T.I. de Matemática II

Bibliografia

1. SITE: ibge.gov.br/ibgeteen/datas/indio/números
2. Instituto de Medicina Tropical de Manaus – Set,1994 e Dez,1995
3. SITE: DIA - Documentação Indigenista e Ambiental, Dez, 2005

T.I. de Matemática

MATEMÁTICA

1. Qual é o índice de mortalidade infantil da população indígena no ano de 2000 (último censo realizado)?
A taxa média de mortalidade infantil indígena é de 49,86 mortes para cada 1000 nascidos vivos; isto é maior que o dobro da média nacional (21,7 para cada mil nascidos vivos).



2. Quantos por cento a população indígena cresceu em cada estado indicado no gráfico?
As maiores taxas de crescimento foram verificadas nos estados de: Sergipe (28,8%), Piauí (27,0%), Rio Grande do Norte (26,4%), Minas Gerais (26,2%) e Goiás (23,9%) o que nos dá uma taxa média no último censo (2000) de 26,46%.





3. Qual é a expectativa de vida indígena nos dias de hoje?
A expectativa de vida ao nascer dos indígenas brasileiros é de 48 anos, enquanto a expectativa de vida dos brasileiros não índios, segundo a Organização Mundial da Saúde, 67 anos. A resistência no entanto apontou um aumento de 1985, quando eram apenas 220 mil pessoas para hoje quando passam de 300 mil. Metade dos óbitos conhecidos é de crianças de menos de 5anos. Mais de 1/4 dos óbitos ocorrem sem assistência médica. As causas mais freqüentes de óbitos são: pneumonia, diarréias, malária, tuberculose, ou seja, doenças facilmente curáveis e preveníveis.
Suicídios
O problema se concentra nas áreas indígenas Guarani-Kaiowa do Mato Grosso do Sul e Tikuna do Alto Solimões, no Amazonas, onde 211 casos foram registrados de 1986 a setembro de 1995, e outros 34 casos entre janeiro a setembro de 1995. O suicídio entre os Guarani-Kaiowá possui registros desde o século XVI. O problema não está restrito ao território nacional, ocorrendo também em grupos da mesma etnia na parte oriental do Paraguai. Incide entre jovens de ambos os sexos, com idade variando entre 13 e 25 anos. O enforcamento é o método mais empregado (81,2%), seguido do envenenamento (16,2%), arma branca (1,7%) e arma de fogo (0,9%). Os fatores determinantes deste quadro são extremamente complexos, pouco conhecidos, e envolvem questões como: miséria crônica, falta de terras, alcoolismo, presença de missionários e grande número de seitas fundamentalistas.
Número de índios no Brasil cresce 150% em 10 anos
Em apenas uma década, a população indígena no Brasil passou de 294 mil para 734 mil, um aumento de 150%, com crescimento médio anual de 10,8%, bem acima da taxa anual de 1,6% no número de brasileiros como um todo, independente da raça ou da cor. A diferença de 440 mil índios a mais no País supera todas as expectativas e surpreendeu não apenas aos especialistas do IBGE, responsáveis pelos números, como à própria Fundação Nacional do Índio (Funai). O trabalho foi feito com base nas informações colhidas nos censos demográficos de 1991 e de 2000 e contou também com a colaboração de antropólogos, sociólogos e epidemiologistas de entidades não ligadas ao IBGE. Os dados do IBGE revelam ainda que entre os 734 mil índios identificados no Censo de 2000, apenas 304 mil (41,4%) residiam em alguma das 604 terras indígenas reconhecidas pelo governo.
Mortalidade infantil entre índios supera de brancos e negros
A cada criança perdida pela população branca, morrem cinco indígenas. A taxa de mortalidade infantil entre índios e brancos registrou uma diferença de 124%, segundo os números divulgados pelo IBGE. Com base no Censo Demográfico de 2000, os pesquisadores constaram que para cada 1000 crianças índias nascidas vivas, 51,4 morreram antes de completar o primeiro ano de vida. No mesmo período, a população branca apresentou taxa de mortalidade de 22,9 crianças por cada grupo de 1000. De acordo com o Ministério da Saúde, a mortalidade infantil indígena em 2000, mesmo período analisado pelo IBGE, chegou a 74,6 mortes nos primeiros 12 meses de vida. Dados do IBGE apontam que 17% dos índios sofrem de deficiências físicas ou mentais Os dados divulgados pelo IBGE em dezembro de 2005 revelam uma elevada taxa de cegos, surdos e mudos, além de deficientes mentais, entre a população indígena. Em 2000, das 734 mil pessoas autodeclaradas índios, 125 mil apresentavam pelo menos um tipo de deficiência, o que representa 17% do contingente total. O problema é maior nas áreas urbanas (23,1% ante 10,5% nas áreas rurais) e atinge mais às mulheres (18,2%) do que os homens (15,9%). A principal deficiência encontrada à época da pesquisa foi a cegueira (12,1% na média global, chegando a 19% entre as mulheres urbanas). Em números relativos, 6,2% declararam-se incapazes ou com grande dificuldade permanente para andar. Entre os moradores em terras indígenas, os índices daqueles que apresentam pelo menos um tipo de deficiência física ou mental caem pela metade. O IBGE não comparou os dados com aqueles revelados no Censo de 1991, já que no Censo de 2000 foram incluídas novas categorias de deficiências, como as doenças mentais, que em 2000 atingiam 1,8% da população indígena. Por outro lado, a população indígena apresentou grandes avanços nos níveis educacionais na década passada, com um aumento de 50,2% no número de índios alfabetizados, índice seis vezes maior do aquele registrado para a população brasileira como um todo. Mesmo assim, a taxa média de analfabetismo entre os índios maiores de 15 anos (26,1%) permanece elevada, principalmente entre a população residente em áreas rurais (45,5%).
4. Qual é a taxa nacional de analfabetismo indígena no ano 2000?
De acordo com a pesquisa do IBGE, no ano 2000, a taxa de analfabetismo indígena no Brasil é 26,1%, havendo uma significativa melhora em relação a 1991, pois esse índice caiu para a metade, porém isso é mais significativo na área urbana, pois na área rural esse índice diminuiu apenas 22,4%.
Ainda na tabela e gráficos abaixo podem-se observar outros índices, tais como:
· Em 1991 a taxa de analfabetismo nacional no meio rural era 2,5 vezes maior que na área urbana.
· Em 2000 a taxa de analfabetismo nacional no meio rural passou para 3,5 vezes a da área urbana. Não que tenha piorado a área rural, mas houve uma sensível redução na taxa da área urbana.
· Em 2000 a maior taxa de analfabetismo, no meio rural, estava na região Norte (53,9%). Não é coincidência termos também nessa região a maior concentração de população indígena nacional (44,6% - ver parte de geografia).
· Mesmo com a miscigenação com o branco sendo maior no interior do Nordeste (21% da pop. Indígena - ver parte de geografia), as condições daquela região refletem bem o segundo maior índice de analfabetismo (51,9%) naquela comunidade indígena em 2000.
· A região Centro-Sul apresenta taxas abaixo da média nacional (censo 2000). Isso ocorre devido ao IDH daquela região (maior que 0,8) ser melhor que o padrão nacional, atingindo assim a comunidade indígena da região.
· Com relação a menor taxa urbana em 2000, observamos que o Sudeste está abaixo da média nacional. Também no Sudeste está a menor população indígena do Brasil (menor que 0,01% da pop. Indígena nacional).
· Da mesma forma, a menor taxa urbana em 2000, é observada no Norte, que está acima da média nacional. Também no Norte está a maior população indígena do Brasil (44,6% - ver parte de geografia).







5. Qual o índice de alfabetização indígena no norte em 1991?
O índice de alfabetização indígena no norte do Brasil em 1991 foi de 39,0%.
Ainda nos gráficos e tabela abaixo podem-se observar outros índices, tais como:
· Em 1991 a taxa de alfabetização nacional no meio rural era a metade em relação ao meio urbano.
· Em 2000 a taxa de alfabetização nacional no meio rural passou para 60% em relação ao meio urbano.
· Em 2000 a maior taxa de alfabetização, no meio rural, estava na região Sul (65%).
· Mesmo com a miscigenação com o branco sendo maior no interior do Nordeste (21% da pop. Indígena - ver parte de geografia), as condições daquela região refletem bem o menor índice de alfabetização (46,1%) naquela comunidade indígena em 2000. Este mesmo índice também é verificado na região Norte onde não houve a mesma miscigenação com o branco.
· A região Centro-Sul apresenta taxas acima da média nacional (censo 2000). Isso ocorre devido ao IDH daquela região (maior que 0,8) ser melhor que o padrão nacional, atingindo assim a comunidade indígena da região.




T.I. de Desenho de Geométrico

DESENHO GEOMÉTRICO


O nordeste brasileiro é composto por inúmeros estados onde há a predominância da etnia afro-brasileira, uma vez que foi a primeira região a ser ocupada pelos portugueses e centro de distribuição de escravos africanos. Identifique no mapa a capital do estado nordestino que concentra a maior parte dos descendentes afro-brasileiros de acordo com as seguintes informações:
· A capital dista 1230km do trópico de capricórnio.
· Está a uma distancia de 960km da cidade de Teresina, no Piauí.
· Está equidistante das cidades de Natal, capital do Rio Grande do Norte e Vitória, no Espírito Santo.
Escala 1: 30.000.000 (1cm = 300km)





Enunciado 2
O Norte é a região que abriga a maior parte dos indígenas brasileiros. Encontre a capital do estado que representa a maior reserva indígena do Brasil com as seguintes informações:
· A capital enxerga as cidades de Porto Velho, na Rondônia e Palmas, em Tocantins, sob um ângulo de 90º.
· Esta equidistante do ângulo AÔB dado.
Escala 1: 30.000.000 (1cm = 300km)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

T.I. de Desenho Geométrico

DESENHO GEOMÉTRICO
O nordeste brasileiro é composto por inúmeros estados onde há a predominância da etnia afro-brasileira, uma vez que foi a primeira região a ser ocupada pelos portugueses e centro de distribuição de escravos africanos. Identifique no mapa a capital do estado nordestino que concentra a maior parte dos descendentes afro-brasileiros de acordo com as seguintes informações:
· A capital dista 1230km do trópico de capricórnio.
· Está a uma distancia de 960km da cidade de Teresina, no Piauí.
· Está equidistante das cidades de Natal, capital do Rio Grande do Norte e Vitória, no Espírito Santo.
Escala 1: 30.000.000 (1cm = 300km)

T.I. de Ciências III

Bibliografia

SITE: wikipedia.org

Galeria

Comidas de origem indígena e africana

























Portugueses







Italianos








Espanhois



Indígenas








Africanos





T.I. de Ciências II

6. Culinária típica indígena e africana

Pratos de origem indígena:
Tapioca
A tapioca é o nome de uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena, feita com a fécula
extraída da mandioca, também conhecida como goma da tapioca, polvilho, goma seca, polvilho doce, fécula de mandioca. Esta, ao ser espalhada numa chapa aquecida ou frigideira aquecida, coagula-se e vira um tipo de panqueca, crepe ou disco como alguns preferem. O recheio varia, exemplos tradicionais são coco e queijo. A tapioca era o alimento básico dos índios brasileiros e ainda faz parte do cardápio de grande parte dos brasileiros, principalmente no Norte-Nordeste. Mais tarde, os colonizadores portugueses descobriram que a tapioca servia como bom substituto para o pão.
Ingredientes
· 1/2kg de farinha para tapioca (beiju ou polvilho);
· Água o suficiente para cobrir;
· Sal a gosto.

Modo de preparo
1. Coloque a farinha em uma tigela grande e coloque água até cobrir e ficar pelo menos dois
dedos acima da massa.
2. Deixe de um dia para o outro em repouso para dissolver bem.
3. Depois seque com a ajuda de um pano limpo sem deixar excesso de água.
4. Esfarele essa massa com as mãos e passe pela peneira e acrescente um pouco de sal.
5. Em uma frigideira antiaderente, espalhe a farinha e modele a tapioca como uma panqueca no
fundo da frigideira.
O segredo é deixar a frigideira ficar bem quente antes de colocar a massa. O ponto é bastante rápido, assim que desgrudar o fundo da frigideira, vire-a por alguns segundos e estará pronta. Basicamente a massa tem que secar na frigideira, não fritar. Não deixe escurecer nem endurecer. Recheie a gosto com goiabada, doce de leite, carne de sol com nata, ou simplesmente com manteiga.
Dica: para uma tapioca bem leve, peneire bem a massa e na hora de colocar na frigideira
ponha a quantidade suficiente para cobrir o fundo, sem ficar espessa.

Beiju ou Biju
Bolo feito de massa de tapioca ou de mandioca muito fina, enrolada em forma cilíndrica. Característico da alimentação indígena, o beiju foi recriado pelos portugueses, que acrescentaram açúcar e condimentos diversos à massa, e pelos negros, que o enriqueceram molhando no leite de coco
Consiste numa mistura de goma, ou fécula de mandioca, com água e sal. Se você misturar 2 xícaras de chá de goma, 1/2 de água e 1 colher de chá de sal, terá massa para 5 a 6 beijus.
Misture tudo com os dedos, a textura é de difícil homogeneização. Leve a frigideira seca ao lume e quando estiver bem quente, peneire a mistura ali. Imediatamente a massa aglutinará formando deliciosos beijus, que você pode comer simplesmente com manteiga, ou rechear da maneira que preferir.
Pratos de origem africana:
Abará
Abará é um dos pratos da culinária baiana e como o acarajé também faz parte da comida ritual do candomblé. O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito. O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser
quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescentam-se cebola ralada, um pouco de sal, duas colheres de dendê
Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que podem ser moído junto com o feijão, além de alguns inteiros. Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, semelhante ao processo usado para fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. É servido na própria folha. O abará é mais consumido na região nordeste, principalmente na Bahia.
Vatapá
Vatapá é um prato típico da cozinha da Bahia. O seu preparo pode incluir pão molhado ou farinha de rosca, fubá, gengibre, pimenta-malagueta, amendoim, castanha de caju, leite de coco, azeite-dedendê, cebola e tomate.
Pode ser preparado com camarões frescos inteiros, ou secos e moídos, com peixe, com bacalhau ou com carne de frango, acompanhados de arroz. A sua consistência é cremosa. Também é muito famoso no Pará, onde a receita sofre variações como a ausência de amendoim e outros ingredientes comuns na versão tradicional baiana. O vatapá é influência da culinária africana trazida pelos escravos nos navios negreiros, a partir do século XVI. Com os ingredientes encontrados nesta nova terra e a necessidade de suplementar sua dieta alimentar, desenvolveram outros pratos, que passaram a ser típicos da culinária brasileira. São disso exemplos o angu e a feijoada, entre outros.
(1) No dia anterior ao que o vatapá será servido, moa separadamente:
2kg de camarão seco descascado, limpo e que tenha ficado de molho durante oito horas em água fia;
1/2kg de amendoim meio torrado sem pele;
1/2kg de castanha de caju descascado e torrado.
(2) Prepare 3kg de camarão fresco com as cascas da seguinte maneira (Camarão ao alho e óleo): Lave várias vezes em água fria; escorra o camarão e seque-o em toalha de papel.
Salpique com caldo de um limão e coloque-o numa peneira durante uma hora; em uma frigideira bem grande, coloque:
1/4 xícara de óleo;
1/4 colher de chá de sal;
2 dentes de alho bem socados;
Junte o camarão e cozinhe em fogo rápido mexendo sempre durante aproximadamente quinze minutos, ou até que o camarão fique rosado. O tempo de cozimento depende do tamanho do camarão e da largura da frigideira. Descasque o camarão reservando metade das cascas para o item (4).
(3) Corte cada camarão ao meio de comprido. Leve a gelar.
(4) Coloque numa panela bem grande:
24 xícaras de água 2 cebolas grandes partidas;
1/2kg de cabeças de peixe e as cascas do camarão;
2 dentes de alho grandes.
Deixe ferver esses ingredientes durante uma hora para fazer um caldo e ponha na geladeira.
(5) No dia de servir o vatapá, faça 15 xícaras de leite de côco (1 coco seco ralado ou batido no liquidificador com 1 xícara de água, geralmente faz 3 xícaras de leite de coco).
(6) Passe na farinha de trigo e frite até dourar 2,5kg de postas de peixe. Quebre o peixe em pedaços grandes retirando as espinhas.
(7) Faca um tempero, batendo no liquidificador:
1/4 xícara de coentro fresco picado (coliander)
8 tomates médios cortados;
1 pimentão médio picado;
3 dentes de alho picados;
2 cebolas grandes picadas.
(8) Três horas antes de servir, esquente numa panela grande: O caldo de peixe e o tempero acima.
3/4 de xícara de azeite;
1 1/2 xícara de azeite de dendê;
7 xícaras do leite de coco.
(9) Misture um pouco de cada vez: 6 xícaras de farinha de arroz (ou farinha de trigo).
O resto do leite de coco e 1 colher de chá de gengibre ralado. Vá juntando aos poucos a farinha na panela; depois misture: O amendoim moído, a castanha moída, o camarão moído, os pedaços de peixe e os pedaços de camarão. Ajuste os temperos juntando sal se preciso. Sirva vatapá com arroz branco ou angu, com o molho forte de pimenta e farofa de dendê.

T.I. de Ciências



1. Biodiversidade do povo brasileiro




Com cores diferentes, Tarsila do Amaral representou os
trabalhadores no início da industrialização no Brasil. Vindos de todos os lugares do mundo, cada um trouxe para cá sua cultura, sua maneira de ver o mundo. Sem depender de cor ou raça, eles têm em comum sua “força de trabalho”, ou seja, sua capacidade de produzir bens
necessários a todos. E juntos todos esses povos ajudaram a formar nossa população e nós trazemos conosco até hoje um pouco de sua maneira de viver, comer, agir, se vestir, dançar, etc.

· Africano: pele negra, cabelos carapinhos, olhos negros;
· Orientais: pele amarelada, cabelos lisos, olhos puxados;
· Europeus: pele clara, cabelos lisos e claros, olhos claros;
· Asiáticos: pele mestiça, cabelos longos e lisos, olhos escuros.
2. Constituição do povo brasileiro

O povo brasileiro é constituído, na sua maior parte, pelos Indígenas, que na época da colonização chegaram a serem usados como escravos pelos portugueses, porém esse método não deu certo e os portugueses foram obrigados a trazerem escravos da África. Porém o povo brasileiro também é constituído por Afro-descendentes, Europeus, Orientais, etc.
3. Grupos éticos europeus

Povo Português

A cultura portuguesa tem as suas raízes na cultura fenícia, celta, ibera, hebraica,
germânica, bereberé e romana. A diferenciação cultural do nosso povo manifesta-se através
dos tipos de habitação, das manifestações pagãs e religiosas, da gastronomia e do folclore, ou
até das calçadas tipicamente portuguesas e da azulejaria.


Música
Tanto a música tradicional portuguesa como a música erudita clássica e contemporânea
são altamente diversificadas e dinâmicas. A música mais tradicional retrata a cultura e história
do país; as outras mais recentes surgem de influências exteriores tais como de África, Brasil
ou EUA.

Teatro
Em Portugal, o desenvolvimento do teatro foi um pouco retardado, contudo Gil Vicente, visto como o "pai" do teatro português começou de certa forma a história do teatro nacional no século XVI. O teatro cativou o público, sobretudo a classe alta. Foi no século XX, que o teatro chegou ás massas através do Teatro de Revista.

Dança
O folclore português é muito variado, pois cada região do país tem as suas tradições. As danças folclóricas são danças populares para toda a gente. Mais recentemente apareceram danças mais eruditas, executadas por bailarinos profissionais. Estas novas danças surgem da crescente abertura a novas culturas, de onde se pode destacar:
· Olga Roriz
· Madalena Victorino
· Pedro Romeiras

Gastronomia
A culinária portuguesa é reconhecida como uma das mais variadas do mundo, ainda que esteja restrita a um espaço geográfico diminuto, mostrando influências mediterrânicas (incluindo-se na chamada "dieta mediterrânica"), mas também atlânticas, como é visível na quantidade de peixe consumida tradicionalmente. Muito mudou desde que Estrabão se referiu aos Lusitanos como um povo que se alimentava de bolotas. A base da gastronomia mediterrânica, assente na trilogia do pão, vinho e azeite, repete-se em todo o território nacional, acrescentando-lhe as hortaliças, como em variadas sopas, e frutos frescos. A carne e as vísceras, principalmente de porco, compõem também um conjunto de pratos e petiscos regionais, onde sobressaem os enchidos. Com o advento das descobertas marítimas, a culinária portuguesa rapidamente integrou o uso, por vezes quase excessivo, de especiarias e do açúcar, além de outros produtos, como o feijão e a batata, que foram adotados como produtos essenciais. Nota-se que a variedade de pratos regionais se verifica mesmo em áreas restritas. Duas cidades vizinhas podem apresentar sob o mesmo nome, pratos que possam diferir bastante na forma de confecção, ainda que partilhem a mesma receita básica. As generalizações nem sempre estão corretas: as diversas culinárias regionais variam muito namesma região.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

Povo Italiano:

A Cultura da Itália é famosa pela sua arte, cultura e monumentos, entre os quais se destacam a Torre de Pisa e o Coliseu de Roma; bem como pela sua comida (pizza, pasta, etc.), vinho, estilo de vida, elegância, design, cinema, teatro, literatura, poesia, artes plásticas, música (especialmente a Ópera) e, de uma forma geral, por aquilo que é considerado por muita gente "bom gosto". Os italianos podem ser considerados ao lado dos britânicos e franceses as pessoas mais elegantes do mundo.

Arte
O período do Renascimento iniciou-se na Itália no século XIV e perdurou até ao século XVI. Feitos literários, tais como a poesia de Petrarca, Tasso e Ariosto; assim como a prosa de Boccaccio, Maquiavel e Castiglione exerceram uma enorme e duradoura influência no desenvolvimento subsequente da cultura Ocidental; iguais repercussões tiveram a pintura, escultura e a arquitetura produzida por gigantes como Leonardo da Vinci, Raffaello, Botticelli, Fra Angelico e Michelangelo. Dentre os artistas modernos pode-se incluir o escultor Tommaso Geraci.


Música
A influência musical de compositores Italianos como Claudio Monteverdi, Giovanni Pierluigi da Palestrina e Adoniram Barbosa marcaram uma época. No século XIX, a ópera romântica Italiana floresceu pela mão de compositores como Rossini, Verdi, e Puccini. Os artistas italianos contemporâneos, escritores, cineastas, arquitetos, compositores, e designers continuam a contribuir de forma significativa para a Cultura Ocidental.


Culinária
A culinária italiana conhecida hoje é um resultado da evolução de séculos de mudanças sociais e políticas. Suas raízes se encontram no século IV na Idade Média e mostram a influência dos árabes e normandos que levaram os primeiros “chefs” notáveis à região da Itália. Essas influências ajudaram a moldar o que hoje é conhecido como culinária italiana, adicionando itens como: batatas, tomates, pimenta e milho. No século XVIII a maior parte da Itália era governada pela França, Espanha e Áustria. Foi no início deste mesmo século que livros de culinária italiana começaram a ser escritos e distribuídos, para que os “chefs” espalhados pelas regiões da Itália pudessem mostrar seu orgulho pelo país. A culinária italiana tem várias características específicas, conhecidas mundialmente. No entanto, dentro da própria Itália, a culinária não só é regional, como também sazonal. As regiões têm características próprias que as diferenciam umas das outras. Utilizam diferentes ingredientes, receitas e até modos de preparo. Na Itália, as refeições podiam ter até cinco pratos servidos, com mais três depois de terminada a refeição. As refeições duravam horas e, em dias de festividades, podiam durar até o dia inteiro. Hoje em dia, esta tradição só é utilizada em feriados especiais e, mesmo assim, não de forma tão exagerada.
A culinária italiana que conhecemos hoje não é verdadeiramente italiana. A culinária de cada região da Itália difere-se bastante das outras, então não existe uma culinária própria para o país inteiro. Neste caso, costuma-se dizer que a culinária italiana é mundial, pois cada país pode adicionar seu toque especial à receita que desejar e servir um bom prato italiano. A Imigração italiana no Brasil teve como ápice o período entre 1880 e 1920 e, segundo dados da embaixada italiana no Brasil, cerca de 25 milhões de brasileiros são descendentes de imigrantes italianos. Os ítalo-brasileiros estão espalhados principalmente pelos estados do Sul e do Sudeste do Brasil, quase metade no estado de São Paulo. Assim, os ítalo-brasileiros são considerados a maior população de oriundi (descendentes de italianos) fora da Itália.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

Povo Espanhol:
Culinária da Espanha
A culinária espanhola é parte da culinária mediterrânica, embora com características próprias. A cozinha espanhola utiliza muito azeite de oliva, especiarias variadas e muitos vegetais. Outro produto muito apreciado na Espanha é o vinho, que acompanha as refeições principais. Internacionalmente, a paella, que consiste em um farto risoto de frutos do mar, galinha echouriço, é o prato mais conhecido e o jamón (presunto cru) uma das principais iguarias.

Culinárias regionais de Espanha.
Tal como ocorre na maior parte dos países, a culinária de Espanha varia bastante de uma regiões a outra; no entanto, existem algumas características comuns, entra as quais se podem destacar:
· O uso de azeite de oliva como gordura culinária por excelência, tanto em cru como
para fritar. O uso do azeite até princípios do século XX era pouco habitual e o uso de
gorduras animais, sobretudo a manteiga de cerdo, era mais comum.
· A utilização do sofrito como operação inicial na preparação de muitos pratos.
· O emprego do alho e da cebola como principais condimentos.
· O hábito de acompanhar as refeições com vinho.
· O pão como acompanhamento da maioria das refeições.
· O grande consumo de saladas, sobretudo no verão.
· Postre composto por uma peça de fruta ou algum produto lácteo, como o queijo. Os doces, como tortas ou pasteles são geralmente reservados para dias especiais ou festas. Dentre a enorme variedade de receitas que compõem a cozinha espanhola, algumas podem considerar-se comuns a todo ou quase todo o território, embora algumas tenham uma origem conhecida e continuem a ser associadas a determinados lugares. Podem citar-se como exemplos a tortilla de patata (omelete de batata), o gazpacho (uma sopa fria de vegetais), a paella (originária de Valência e, por isso, em Portugal é normalmente chamada “arroz à valenciana”, embora existam muitas variantes de uma região a outra), os pistos (uma espécie de ratatouille), as migas, os embutidos (jamón serrano, chorizo, morcilla) ou os quesos.


Galiza
A cozinha galega baseia-se na qualidade dos seus produtos frescos.


Astúrias e Cantábria
Nas Astúrias consomem-se grande quantidade de peixe e mariscos, mas o seu prato mais característico é a fabada asturiana, uma feijoada à base de fabe-alubias grandes, carne de porco, morcela, cebola e chorizo, muito apropriado para os dias de inverno.


Castela e Leão
Na região interior e montanhosa de Castela e Leão, a culinária caracteriza-se pelos asados e guisos, em especial de cordero y cochinillo, e os embutidos, como a morcilla de Burgos, o botillo del Bierzo e o jamón de Guijuelo.


Touradas
A tourada é um espetáculo tradicional de Portugal, Espanha e França, bem como de alguns países da América Latina: México, Colômbia, Peru, Venezuela e Guatemala. O essencial do espetáculo consiste na lida de touros bravos através de técnicas conhecidas como arte tauromáquica. Na cultura da península ibérica, o Circo de Termes parece ter sido um local sagrado onde os celtiberos praticavam o sacrifício ritual dos touros. A estela de Clunia é mais antiga representação do confronto de um guerreiro com um touro. As representações taurinas de variadas fontes arqueológicas encontradas na península Ibérica tais como os vasos de Líria, as esculturas dos Berrões a fila de Balazote ou o touro de Mourão estão quase sempre relacionadas com as noções de força, bravura, poder, fecundidade e vida que simbolizam o sentido ritual e sagrado que o touro ibérico teve na Península. A palavra tauromaquia é oriunda do grego ταυρομαχία - tauromachia (combate com touros). O registro pictórico mais antigo da realização de espetáculo com touros remete à ilha de Creta (Knossos). Esta arte está presente em diferentes vestígios desde a antiguidade clássica, sendo conhecido o afresco da tourada no palácio de Knossos em Creta.

Música espanhola
Para muitas pessoas, a expressão música espanhola é praticamente sinônima de flamenco, uma forma de música cigano-andaluza. Porém são abundantes os estilos regionais de música folclórica, e também são populares o pop, o rock e o hip hop espanhóis, etc.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

4. Indígenas e Africanos


Cultura

Há grande diversidade cultural entre os povos indígenas no Brasil, mas há também características comuns:
· A habitação coletiva, com as casas dispostas em relação a um espaço cerimonial que pode ser no
centro ou não;
· A vida cerimonial é à base da cultura de cada grupo, com as festas que reúnem pessoas de outras aldeias,
os ritos de passagem dos adolescentes de ambos os sexos, os rituais de cura e outros;
· A arte faz parte da vida diária, e é encontrada nos potes, nas redes e esteiras, nos bancos para homens e mulheres, e na pintura corporal, sempre presente nos homens;
· A educação das crianças se faz por todos os habitantes da aldeia, desde cedo aprendem a realizar as tarefas necessárias à sobrevivência, tornando-se independentes.
A família podia ser monogâmica ou poligâmica. Deixaram forte herança cultural nos alimentos, tendo ensinado o europeu a comer mandioca, milho, guaraná, palmito, pamonha, canjica; nos objetos, suas redes e jangadas, canoa, armadilhas de caça e pesca; no vocabulário:
em topônimos como Curitiba, Piauí, etc. Em nomes de frutas nativas ou de animais: caju, jacaré, abacaxi, tatu. Ensinaram algumas técnicas como o trabalho em cerâmica e o preparo da farinha. E deixaram nos brasileiros hábitos como o uso do tabaco e o costume do banho diário. No Brasil colonial os portugueses tiveram como aliados os índios aldeados, os quais se tornaram súditos da Coroa.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.

Africanos:

A África é um continente de grande diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura brasileira. Podem-se perceber grandes diferenças em suas raças, origens, costumes, religiões e outros. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião.
Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte, etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas. Seus ritos eram realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte. Na economia, trabalhavam principalmente na agricultura, mas também se dedicavam à criação de animais e de instrumentos artesanais. Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, estes transmitiram vários costumes como:
· A capoeira que chegou à época da escravização e era utilizada na África como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo;
· O candomblé que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
· A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê e até a feijoada, que se originou no período em que os escravos misturavam restos de carne para comerem.
Descendentes: Avós, bisavós e tataravôs.
5. Costumes dos povos indígenas e africanos

Principais alimentos consumidos pelos índios brasileiros:
· Frutas, Verduras, Legumes, Raízes, Carne de animais caçados na floresta (capivara, porco-do-mato, macaco, etc.) Peixes, Cereais, Castanhas.

Pratos típicos da culinária indígena:
· Tapioca (espécie de pão fino feito com fécula de mandioca), Pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe), Pipoca, Beiju (espécie de bolo de formato enrolado feito com massa de farinha de mandioca fina).
Principais ervas utilizadas pelos povos indígenas:
· Pó de Guaraná, usado como tônico estomacal, estimulante, contra distúrbios gastrintestinais, diarréias. Ativa as Funções cerebrais e combate a arteriosclerose, as nevralgias e as enxaquecas, detém as hemorragias atua como calmante para o coração.
· Óleo de Copaíba, utilizado por suas propriedades medicinais, no combate aos catarros vesicais e pulmonares, disenteria, bronquites.
· Óleo de Andiroba, potente cicatrizante, antiinflamatório.
· Casca de Açoita Cavalo, contém óleos essenciais que atuam frente as disenterias, hemorragias, artrite, reumatismo, tumores, colesterol e Hipertensão.
· Catuaba, tônico energético usado no tratamento de cansaço físico e sexual, insônia, nervosismo, falta de memória. Possui, ainda, propriedades anti-sifilíticas.
· Semente de Sucupira, energético, anti-sifilítico, contém alcalóides empregados no tratamento de febres, reumatismo, artrite, inflamações, dermatoses.
· Casca de Barmitão, potente anti-hemorrágico, antiinflamatório.
· Casca de Murapuama, tônico neuro-muscular, afrodisíaco, utilizado contra fraquezas, gripes, impotência, reumatismo crônico, etc.
· Saracura-mirá, energético, usado no tratamento de cansaço físico, sexual, insônia, nervosismo, falta de memória.
· Casca de Assacu, usado no combate às inflamações em geral, ulcerações, tumores.
· Semente de Cumaru, propriedades medicinais que atuam reconstituindo as forcas orgânicas debilitadas, como tônico cardíaco.
· Casca de Caroba, contém uma resina denominada "Carobona", além de seu princípio ativo, o alcalóide "Carobina". É diaforéticas (Cascas) e antisifilíticas (Folhas), debela feridas e elimina inflamações da garganta, afecções da pele, coriza, blenorragia, dores reumáticas e musculares, cálculos da bexiga.
· Casca de Moruré, alivia as dores reumáticas, artríticas e da coluna verbal, estimulante do sistema nervoso e muscular.
· Amêndoa do Açaizeiro, fornece um óleo verde-escuro bastante utilizado na medicina caseira, principalmente como anti-diarréico. O seu suco, de sabor exótico, possui grande valor nutritivo e contém altas concentrações de ferro, sendo bastante usado no combate à anemia.
Além de todos os produtos acima citados, a região norte do Brasil apresenta, ainda, outros derivados de plantas, como o Daime. De origem indígena, apresenta propriedades calmantes, mas sabe-se também que é pertencente à "família" dos perturbadores do sistema nervoso central, ou seja, alucinógenos, tanto quanto a maconha ou o LSD.

Principais alimentos consumidos pelos afro-descendentes:
A famosa feijoada é uma iguaria específica das senzalas, os escravos, eram geralmente alimentados com subprodutos da mandioca e trigo, para reforçar a alimentação eles pegavam os miúdos de porco que era rejeitado pelos fazendeiros e cozinhavam junto com feijão; não era exatamente como hoje, qualquer feijão servia; os mais favorecidos na alimentação eram os velhos e as mulheres que amamentavam, pois naquela época todos sem distinção tinham que trabalhar.

Principais ervas utilizadas pelos afro-descendentes:
· Limão – Citrus limonium Risso;
· Agrião – Sisymbrium nasturtium;
· Gengibre – Zingiber officinalis;
· Cebola – Allium cepa;
· Sete Sangrias – Cuphea balsamona Cham et Schlechdt;
· Alho – Allium sativum;
· Melão São Caetano – Momordica charantia;
· Malva – Althaea officinalis;
· Santa Maria – Chenopodium ambrosioides;
· Embaúba – Cecropia pachystachya;
· Arruda – Ruta graveolens, Ruta sativa;
· Alfavaca – Ocinum basilicum.